MySpace


      Ele é um verdadeiro playground virtual. Muita música e cultura pop, diversas comunidades e uma vasta rede virtual de conteúdo, amparada por grandes patrocinadores e investimento de alto porte. A rede de relacionamento virtual MYSPACE é um pólo de cultura popular, a maior comunidade on-line do mundo. Muitos dizem que o site substituiu a MTV, sendo possível sintonizar seu próprio canal e navegar para onde quiser.
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      A história
      A idéia não é novidade. A rede social existe há muito tempo: expandir o número de pessoas que você conhece através dos amigos de seus amigos e assim por diante. Este mecanismo foi o ponto de partida para o lançamento do site MYSPACE (em português significa Meu Espaço), um verdadeiro fenômeno nos Estados Unidos e outros países da Europa. Fundado em agosto de 2003 por Chris DeWolfe e Tom Anderson, começou como uma comunidade de pessoas criativas que ambos conheciam em Los Angeles. Foi criado inicialmente com o objetivo de atrair pessoas criativas, fossem elas atores, artistas ou músicos. A comunidade local era muito pulsante. Não foi idealizado para atrair ?nerds? de tecnologia. Foi criado para que pessoas comuns se expressassem de forma criativa. A grande visibilidade teve início no mesmo ano, quando o líder do setor, o site de relacionamento Friendster, não conseguiu acompanhar o crescimento do tráfego. Durante os horários de pico, ficava muito lento e os usuários não conseguiam acessá-lo. Muitos desses usuários acabaram migrando para o MYSPACE, que conheceram através de propaganda boca-a-boca. Os primeiros foram os próprios amigos e funcionários dos fundadores do MYSPACE, com uma certa ajuda na mídia por meio da Intermix Media, empresa que possuía uma cota de ações do MYSPACE na época.
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      Porém o grande sucesso foi atingido quando os fundadores notaram que os músicos e os admiradores de música eram os que mais utilizavam o MYSPACE, e criaram o MySpace Music (portal da música independente na Internet) em 2004. O tráfego do site decolou. Essas bandas utilizavam o MYSPACE para estabelecer uma presença on-line gratuita com o objetivo de divulgar seus trabalhos e para comunicar-se com seus fãs. Este novo espaço não apenas permitia às bandas criarem uma presença on-line, mas também que outras pessoas ouvissem suas músicas através de seus perfis e baixassem versões em MP3 de suas músicas de forma gratuita. Isso atraiu ainda mais os músicos, além dos maiores consumidores de música: os adolescentes. Grupos como Arctic Monkeys e a cantora britânica Lily Allen ganharam força divulgando trabalhos no site. Atualmente, a rede tem mais de seis milhões de bandas oferecendo conteúdo. O enorme sucesso atraiu a atenção, em 2005, da gigante News Corp., comandada pelo magnata da mídia Rupert Murdoch, que comprou a empresa que tinha interesse no controle do MYSPACE, a Intermix Media, por US$ 580 milhões. No ano seguinte lançou páginas próprias em países como Espanha, México, Japão, Itália, Alemanha, China, Suíça, Irlanda, Holanda, Austrália, e Canadá. O MYSPACE chegou ao ápice do sucesso quando em 2006 tornou-se o site mais acessado dos Estados Unidos. Essa popularidade se deve pela versatilidade e pelas boas ferramentas que oferece aos usuários. Não é necessário convite para se cadastrar e o internauta ganha um domínio próprio na rede.
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      O modelo de sucesso
      O MYSPACE, que é líder mundial no mercado de redes sociais, atrai os internautas para um outro tipo de rede social, não baseado no ?monitoramento? da vida alheia, filão encontrado pelo Orkut e que é um dos maiores responsáveis pelo sucesso do site no Brasil. O mote do MYSPACE é a troca de conteúdo entre os usuários, principalmente musical. Na rede social é possível criar páginas pessoais com blog, e-mail, comunicador instantâneo (estilo MSN), músicas em streaming, vídeos, galeria de fotos, eventos no ?mundo real?, grupos e fóruns de discussão. Ele é mais acessível e adaptável que qualquer outra rede social. Os usuários podem adicionar músicas, vídeos, gráficos, fontes novas e layouts diferentes a seus perfis. Todos podem acessar os perfis, mesmo que não tenham se registrado e não precisam ser filiados a nenhuma entidade para acessar o site. A grande questão é: por que o MYSPACE obteve êxito se tantos outros falharam? Muitas pessoas explicam esse mistério a partir de uma perspectiva filosófica ou comercial, mas existem algumas respostas óbvias. A primeira e, talvez, a principal, é a conexão musical. Artistas de renome como Madonna, The Black Eyed Peas, Audioslave e Billy Corgan utilizam o site para se comunicar com seus fãs e obter feedback sobre suas músicas. Com suas raízes no ramo musical, o MYSPACE possui hoje 10 milhões de comunidades de bandas do mundo inteiro, sendo 55 mil delas, do Brasil.
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      Os shows secretos
      Os shows secretos (Secret Shows) são eventos promovidos pelo MYSPACE em vários países do mundo com shows gratuitos com bandas musicais, cujos detalhes são divulgados com o tempo. O evento funciona assim: cinco dias antes do show, o internauta descobre, no perfil do Secret Show, a cidade em que irá ocorrer e quem será o artista. Dois dias antes ocorre o aviso do local. Para ir ao show, basta levar impresso o perfil, comprovando o Secret Show como um dos amigos da sua rede. E entrar na fila. Ao redor do mundo, o MYSPACE já organizou vários eventos como esse. As bandas The Killers, Gnarls Barkley, Jet e Lily Allen foram algumas das atrações. O primeiro evento deste tipo no Brasil aconteceu no dia 19 de dezembro com a banda NXZero.
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      Os dados
      ? Origem: Estados Unidos
      ? Fundação:
      2003
      ? Fundador: Chris DeWolfe e Tom Anderson
      ? Sede mundial:
      Beverly Hills, California
      ? Proprietário da marca: News Corporation
      ? Capital aberto:
      Não
      ? CEO:
      Chris DeWolfe
      ? Presidente:
      Tom Anderson
      ? Faturamento: US$ 550 milhões (2006)
      ? Lucro: US$ 10 milhões (2006)
      ? Membros:
      140 milhões
      ? Acessos:
      6º site mais visitado da Internet
      ? Presença global:
      23 países
      ? Presença no Brasil:
      Sim
      ? Funcionários:
      300
      ? Segmento:
      Internet
      ? Principais produtos: Rede social de relacionamento
      ? Slogan: A place for firends.
      ? Website:
      www.myspace.com
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      A marca no Brasil
      O Brasil foi o primeiro país da América Latina a ter uma versão própria do MYSPACE. A versão beta foi lançada em 5 de novembro de 2007. Segundo a empresa, antes que a versão de testes fosse lançada, em 5 de novembro, havia cerca de 300 mil brasileiros no MYSPACE. Durante a versão beta, esse número chegou a 1 milhão. Somente em 19 de dezembro, a empresa lançou oficialmente a versão brasileira do MYSPACE (em português). O site está para os Estados Unidos como o Orkut está para o Brasil.
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      A marca no mundo
      O MYSPACE é um fenômeno em potencial: sexto site mais acessado da Internet, mais de 15 bilhões de visitas mensais, 140 milhões de membros. A maioria dos usuários do MYSPACE tem de 16 a 25 anos e 25% deles são registrados como menores - de 14 a 17 anos.
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      Você sabia?
      ? Como medida de segurança, é necessário ter no mínimo 14 anos de idade para se cadastrar no MYSPACE. As únicas coisas que o site censura são: ofensas e nudez explícita.
      ? Um dos fundadores da empresa, Tom Anderson, tem em seu perfil do site mais de 194 milhões de amigos.
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      As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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      Última atualização em 3/1/2008

Comentario:

Le Monde - Uma Instituição Francesa



      Uma instituição francesa. Assim pode ser definido o aristocrático jornal francês Le Monde (que em português significa ?O Mundo?). O jornal foi fundado em 1944 pelo jornalista Hubert Beuve-Méry na cidade de Paris a pedido do general Charles de Gaule. Ao contrário de todos os outros principais jornais franceses, circulava só por volta do meio-dia em Paris, hábito que se repete até os dias de hoje. Com o passar dos anos, contando com variedade de informações e articulistas respeitados além de uma postura política ?independente? fizeram do Le Monde o jornal francês mais respeitado, não somente na França, como também no mundo todo. Em 1954, juntamente com o ex-diplomata húngaro François Honti surgia o Le Monde Diplomatique, conhecido na França como Diplô, um jornal que antes era um suplemento do Le Monde destinado aos círculos diplomáticos e às grandes organizações internacionais. Progressivamente, foi ganhando autonomia até se tornar uma empresa subsidiária do grupo Le Monde. Em 1975 o jornal passava pela sua primeira reformulação visual. Cinco anos depois a circulação diária do jornal atingia a marca de 450 mil exemplares. Em 2004, atravessando uma situação financeira difícil, além da queda na circulação, o Le Monde passou por uma enorme reformulação visual e conceitual com grande avanço na programação visual deixando de ter um aspecto de textos extensos e analíticos através da inserção de logotipo, mais fotos, textos menos extensos e coloração. O novo ?Le Monde? é dividido em três seções. A primeira inclui as notícias mais quentes, com editoriais na página dois. A segunda é dedicada a análises e bastidores das notícias, enquanto a terceira examina tendências, estilo de vida e cultura. O custo total das mudanças chegou a 7 milhões de euros.
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      A marca no mundo
      O jornal Le Monde possui hoje uma tiragem de quase 400 mil exemplares somente na França. Já o Le Monde Diplomatique, atualmente conta com 68 edições estrangeiras em 26 línguas, sendo 35 impressas e 33 eletrônicas, com 1.5 milhões de exemplares mensalmente.

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PowerBar - Be Great


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      Enquanto corria em uma maratona na Inglaterra em 1983, o atleta da Equipe Olímpica Canadense, Brian Maxwell, também técnico de corridas de longa distância da Universidade da Califórnia, em Berkeley, perdeu a liderança da prova ao ficar sem energia quando faltavam algumas milhas a serem percorridas. Tendo consumido apenas bebidas energéticas no dia da prova, ele alcançou o quilômetro 33 e parou ao começar a ter visões de um túnel. Atordoado e sem forças, teve de completar a corrida andando. Essa experiência levou Brian e sua futura esposa, Jennifer Biddulph, uma nutricionista e ávida corredora, além da ajuda de um químico, a criar um alimento altamente nutritivo e de baixo teor de gordura. Após três anos de experiências em sua própria cozinha, desenvolveram uma barra energética, facilmente digerível, que continha o equilíbrio de carboidratos, vitaminas e minerais requeridos para uma energia duradoura. O casal testou sua criação em amigos corredores em todo o mundo, que começaram a pedir as barras para corridas e competições. Quando a demanda das ?poderosas barras? cresceu, o casal se deu conta de que haviam atingido seus objetivos - e a PowerBar nascia em 1986 na cidade de Berkley com investimentos de US$ 55.000. O produto foi introduzido no mercado disponível em 8 sabores, incluindo Apple Cinnamon, Oatmeal Raisin e Wild Berry. Poucos meses depois a marca conseguiria seu primeiro grande sucesso ao ter exposição televisiva nacional, cortesia da equipe de ciclismo americana American 7-11 que participaria da famosa prova ciclística Tour de France. Eles eram a primeira equipe americana a participar do evento e fizeram uma encomenda de 1.200 barras de PowerBar, cedendo em troca exposição na televisão. A partir deste momento a PowerBar começou uma associação forte com o mundo do ciclismo, estando presente em eventos, corridas e revistas especializadas. No ano. Em 1988 os produtos da marca eram distribuídos em mais de 3 mil lojas especializadas em ciclismo. Nos anos seguintes novos produtos da marca PowerBar foram desenvolvidos como o PowerBar Gel (lançado em 1996), um gel que proporciona o rápido reforço energético requerido durante atividades atléticas intensas; PowerBar Harvest (lançado em 1998), uma maneira perfeita de começar seu dia, combinando a fruta natural, chocolate ou amendoins com grãos integrais e todos os nutrientes essenciais de que você precisa para obter a energia necessária para suas atividades; PowerBar ProteinPlus (lançado em 1999), uma fonte de proteína de alta qualidade e sabor espetacular que ajuda no desenvolvimento e na rápida recuperação dos músculos; e PowerBar Endurance (lançado em 2003), uma linha de produtos ideais para atividades físicas com duração maior que 1 hora ou com duração menor que 1 hora, porém de grande intensidade. Atualmente, a marca pertence a Nestlé, que comprou a empresa em 1999 por US$ 375 milhões, e desenvolve a linha de produtos PowerBar, onde cada produto é feito de modo a atender ao objetivo original de Brian e Jennifer: proporcionar aos atletas e pessoas ativas e saudáveis a energia de que precisam para apresentar o seu melhor desempenho em qualquer atividade que exerçam.
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      Você sabia?
      ?
      Brian Maxwell morreu no dia 22 de março de 2004 na cidade de San Ansemo, na Califórnia, aos 51 a nos de idade, vítima de um ataque cardíaco fulminante.

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TOYS R US

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MONTBLANC

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MTV

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KODAK

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GREENPEACE

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GOODYEAR

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GILLETTE

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BEN

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VICTORIA'S SECRET

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MICROSOFT

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BOEING

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PRADA

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CITIBANK

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VEUVE CLICQUOT

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SAMSONITE

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COLGATE

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AVIS

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PORSCHE

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TYLENOL

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NINTENDO

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MICHELIN

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CHANEL

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SHELL

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Sol - Nem fraca, nem forte. No Ponto.

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      Velha conhecida dos mexicanos, a tradicional cerveja SOL foi lançada em 1899 pela Cervecería Cuauhtémoc Moctezuma, fundada em 1890 na cidade de Monterrey. Tornou-se extremamente conhecida por sua garrafa transparente com o rótulo impresso diretamente no vidro. Em 1993, baseado em pesquisas de mercado, a cerveja foi relançada no mercado mexicano tendo como público alvo os consumidores jovens. O sucesso foi imediato, fazendo com que a cerveja SOL se tornasse uma das marcas mais fortes em seu segmento no mercado mexicano. Velha conhecida dos mexicanos, a tradicional cerveja Sol foi lançada recentemente no Brasil em 2006. A nova fórmula da cerveja SOL foi elaborada seguindo resultados obtidos em 180 dias de pesquisas e análises sobre o mercado cervejeiro nacional e as preferências do consumidor. A SOL trazia a proposta de ser uma cerveja nem forte, nem fraca, mas ?no ponto?. Ela foi criada para os momentos de diversão do consumidor do Brasil, com características do clima tropical e da atitude do povo brasileiro. Com design moderno, o rótulo trazia elementos da marca original SOL e transmitia o espírito jovem e inovador do produto, aliada à assinatura ?Desde 1899? que remetia a tradição da Cervecería Cuauhtémoc Moctezuma (principal unidade de negócio da Cervejaria FEMSA), uma empresa com mais de 100 anos no mercado de cervejas.
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      Com o novo produto, adaptado ao gosto do brasileiro e apresentado por mega-campanha publicitária estimada em R$150 milhões (de um total de R$ 250 milhões investido ao longo do ano), a FEMSA pretende recuperar o mercado perdido pelas marcas Kaiser e Bavaria, que hoje não passam de 7.8%. Com o slogan ?Essa Vontade é Demais?, o novo produto 100% nacional chegou a milhares de pontos-de-venda nas embalagens latas de 350ml, em garrafa long neck de 355ml, garrafa retornável de 600ml e barris de chope. Em 2007 a cervejaria voltou a inovar ao introduzir no mercado mexicano a SOL CERO, primeira cerveja sem álcool do país.
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      A marca no mundo
      A cerveja SOL está presente em muitos países do mundo, tendo seus maiores mercados no México, Ásia, Oriente Médio e América do Sul.

Comentario:

Unibanco - Nem parece banco

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      Em 27 de setembro de 1924, uma carta patente do governo federal do Brasil autoriza o funcionamento da seção bancária da Casa Moreira Salles, uma das mais importantes lojas de comércio de Poços de Caldas, Minas Gerais, fundada pelo comerciante João Moreira Salles em 1918. A data marca o início da trajetória de sucesso de 80 anos do Unibanco, terceiro maior grupo financeiro privado do Brasil. Em 1931, a seção bancária da Casa Moreira Salles é transformada em uma instituição independente: a Casa Bancária Moreira Salles. A partir daí torna-se, durante uma década, financiadora de destaque de empreendimentos da região, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico local. Com a prosperidade dos negócios, surge, em julho de 1940, o Banco Moreira Salles, resultado da fusão entre a Casa Bancária Moreira Salles, o Banco Machadense e a Casa Bancária de Botelhos. Começa a expansão das atividades e a expansão do Banco Moreira Salles, que deixa, então, de ser um banco regional do sul de Minas Gerais. São inauguradas as agências do Rio de Janeiro (então capital federal), em abril de 1941, e de São Paulo, em julho de 1942. Já em 1945, com cinco anos de trajetória, a instituição contava com uma rede de 34 unidades, entre matriz, sucursais e agências. Após 10 anos de atividade, no final de 1950, esse número sobe para 63. O Banco Moreira Salles ultrapassa suas barreiras geográficas e acompanha o processo de modernização, urbanização e industrialização característico do Brasil daquela época. Em 1964 o Banco dispunha de 191 agências. Em 1966, o Banco Moreira Salles, junto com sócios como a Deltec, a Light and Power Co. e o grupo Azevedo Antunes cria o Banco de Investimento do Brasil (BIB). A criação do BIB decorreu da absorção de duas organizações com tradição no mercado de ações no país: a Deltec e o Ibec (International Basic Economy Corporation, do grupo Rockefeller). A partir daí o Grupo Moreira Salles se destaca por uma característica que iria permear seus negócios no decorrer do tempo: aliar-se à excelência e à experiência já existentes, atraindo talentos. Em maio de 1967, o Banco se funde com o Agrimer, Banco Agrícola Mercantil, e surge a sua nova denominação: União de Bancos Brasileiros S.A. (UBB). A UBB nasceu com 8.570 funcionários, 333 agências (a maior rede do Brasil naquela época) e mais de 1 milhão de correntistas, distribuídos em nove estados além do Distrito Federal. Dois anos depois estava no segundo lugar no ranking de bancos comerciais privados do Brasil. Em 1970, há a segunda grande incorporação, com a absorção do Banco Predial do Estado do Rio de Janeiro. Com ela, um novo perfil institucional é instaurado: a popularização como banco de varejo. Pouco depois, em 1972, outro fato importante ocorre: a UBB assume o controle do BIB comprando as participações da Deltec (20%) e do Ibec (19%). Para ilustrar essa integração e facilitar a visão de todas as empresas como um grupo assim como a sua comunicação com o público, as 15 empresas passam a ter uma só denominação a partir de 1975: Unibanco. Chega ao mercado o nome que nos últimos 30 anos tornou-se sinônimo de tradição, experiência, excelência em produtos e serviços, compromisso com clientes, crescimento e transparência. Em 1983 uma associação muda o perfil do setor de seguros no Brasil: a Unibanco Seguradora junta-se à Sul América, líder do setor, por meio de uma troca de participações. Nasce a Sul América Unibanco Seguradora, contando com toda a rede do Unibanco para consolidar sua liderança. No mesmo ano, em Curitiba, as três primeiras unidades do Banco 24 Horas são abertas ao público. Nelas o cliente podia realizar saques, depósitos ou consultar dados a qualquer hora. No Brasil, o 24 Horas Unibanco foi pioneiro em seu gênero. Oito anos depois, em 1991, nasce o Banco 30 Horas, marca de sucesso incontestável do Unibanco. O novo serviço tornava o Unibanco disponível a seus clientes por 30 horas: seis na agência e outras 24 ao alcance do telefone. Hoje o serviço conta com diversos canais alternativos, como internet, celular, fax, entre outros. Nesta década o Unibanco alcança o patamar de mais de 18 milhões de clientes. Em 1993, inaugura-se um novo Centro de Processamento de Dados, aumentando em 40% a capacidade de processamento do Unibanco. O investimento realizado pelo banco nessa ampliação lhe garantia o compromisso com a crescente qualidade de seus serviços e já antevia o crescimento substancial que ocorreria em suas operações. Um dos fatores que contribuíram para tal crescimento foi a aquisição de parte dos ativos, em 1995, do Banco Nacional S.A., operação sem precedentes no mercado brasileiro. Com ela o Unibanco passou a ter uma rede de 1.446 dependências no Brasil, cerca de 2.1 milhões de clientes e uma base de 1.4 milhão de portadores de cartão de crédito. Em 1996, o Unibanco adquire 50% da Fininvest, financeira com grande experiência no segmento de crédito direto ao consumidor e pertencente ao grupo Icatu. No ano seguinte, dois outros movimentos importantes ocorrem: o Unibanco lança suas ações na NYSE, tornando-se o primeiro banco brasileiro a negociar seus títulos na bolsa de Nova York e associa-se com o grupo financeiro AIG, American International Group. Em 1999 foi o primeiro banco a oferecer internet banking. O ano de 2000 termina com marcas históricas para o Unibanco: 1.623 pontos de atendimento no Brasil, crescimento do lucro líquido no ano de 25% e aumento de 50% na base de clientes. Isso se deve em parte ao crescimento orgânico, mas também é resultado da aquisição do controle integral da Fininvest, do Credibanco e do Banco Bandeirantes. Com a compra do Bandeirantes, por meio de uma emissão de ações, o Unibanco passou a contar com um novo sócio estrangeiro: a Caixa Geral de Depósitos. O maior grupo financeiro de Portugal, que controlava o Bandeirantes, passou a deter 12.3% do capital total do Unibanco. O novo milênio começou com novas parcerias: com a Globex/Ponto Frio, por meio de seu banco InvestCred (atualmente PontoCred); com o Magazine Luiza, formando o LuizaCred. Nessas duas operações no segmento de crédito direto ao consumidor, o Unibanco detém 50% de participação e a gestão dos negócios. Não faltaram motivos para as comemorações dos 80 anos do Unibanco, em 2004. O ano começa com a compra do HiperCard, cartão de crédito private label e principal meio de pagamento das lojas Bompreço, aceito em mais de 70.000 estabelecimentos comerciais do Nordeste.
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      Casal Unibanco
      Um dos clássicos da publicidade brasileira, o ?Casal Unibanco? foi inspirado nas sitcom norte-americanas, e criado pela dupla de publicitários Washington Olivetto e Gabriel Zellmeister em 1992, quando o marido ?Paulo Roberto? era vivido pelo ator Felipe Pinheiro e a esposa ?Maria Célia?, pela atriz Kátia Bronstein. Um ano depois, no auge do sucesso da campanha, Pinheiro morreu de infarto, aos 32 anos de idade. Diante da dificuldade de substituí-lo, a agência W/Brasil resolveu deixar que o público escolhesse quais atores deveriam encarnar o Casal Unibanco a partir do primeiro semestre de 1994. Dois casais concorrentes foram mostrados na televisão, e uma pesquisa do Instituto Gallup apontou como preferido o formado por ?José Pedro? (Claudio Gonzaga) e ?Ana Lúcia? (Thereza Freire). Apesar da iniciativa interativa, Cardoso e Byington sofreram com a falta de empatia e foram substituídos em abril de 1995 por uma nova dupla: ?Renata? (Drica Moraes) e ?André Luis? (João Camargo) ? o mais duradouro Casal Unibanco, que permaneceu no ar por seis anos, recuperando o sucesso inicial dos personagens. Em março de 2001, estrearam como protagonistas da série Deborah Bloch e Luís Fernando Guimarães, sendo que o marido foi trocado um ano depois, por Miguel Falabella. Em seus 12 anos de vida, os cinco casais encenaram mais de 100 comerciais, criados pela W/Brasil e pela AlmapBBDO, e foram definitivamente aposentados no início de 2005, quando o Unibanco entregou sua conta para a F/Nazca S&S, dando início a uma nova fase em sua comunicação com a campanha ?Nem parece banco?.
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      Os slogans
      Nem parece banco.
      (2005)
      O único 30 horas com você. (2000)
      Bancando seus sonhos. (final década de 90)
      O banco único. (década 90)
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      A marca no Brasil
      O Unibanco é o terceiro maior banco privado brasileiro, possui mais de 1.500 agências, mais de 19 milhões de clientes, 16 mil pontos de atendimentos, mais de 7 mil caixas eletrônicos e cerca de 27 mil funcionários.

Comentario:

Gibson - Lenda do Rock

URL:http://mundodasmarcas.blogspot.com/2007/08/gibson-lenda-do-rock.html

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      Tudo começou quando Orville Gibson, nascido em 1856 na cidade de Chateaugay estado de New York, iniciou em 1894 a fabricação de mandolins, bandolins e violões (sendo o primeiro a colocar cordas de aço neles) na cidade de Kalamazoo, no estado do Michigan. O senhor Gibson, que tinha estudado a construção de violinos, foi pioneiro no projeto arch top, em que o corpo do instrumento era curvo em vez de plano. Em 1902 fundou a Gibson Mandolin-Guitar Mfg. com objetivo de comercializá-los, embora tenha cessado o seu envolvimento com a empresa um ano depois. No entanto, Gibson não queria construir instrumentos como os que os outros faziam: queria aplicar seus conceitos de construção de violinos e violoncelos aos bandolins e violões. Apareceram assim instrumentos com tampo e fundo curvo esculpido, além da tradicional boca redonda que foi substituída por aberturas em forma de ?f?. A ponte (ou cavalete), antes colocada no tampo, passou a ser móvel, como nos violinos, atuando como um transmissor das vibrações das cordas para o tampo e caixa de ressonância. As madeiras empregadas passaram a ser similares às usadas nos violinos. Nascia, além da Gibson que todos conhecem hoje, a guitarra de Jazz. Com as modificações realizadas pela Gibson e com o aumento do tamanho da caixa de ressonância, realizada nos anos 30, a guitarra conseguiu um substancial aumento de volume sonoro. Os modelos lançados pela Gibson, particularmente L-5 e Super 400, viraram campeões de popularidade entre os grupos de Jazz. Em 1936, a Gibson lançou a guitarra ?Electric Spanish?, modelo ES-150: uma guitarra acústica de jazz com um captador montado próximo ao braço. Não é de surpreender que a Gibson já possuísse know-how para um lançamento deste tipo: muitos acreditam firmemente que o famoso engenheiro Lloyd Loar, principal responsável por grande parte das criações da Gibson, havia realizado diversos experimentos (e com sucesso) relativos a eletrificação de instrumentos enquanto trabalhou na Gibson, de 1919 a 1924.
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      Em 1949 nascia a primeira guitarra que faria história: a Gibson ES175. Até então, as guitarras eram essencialmente desenhadas como instrumentos acústicos com a adição de um pickup. Este modelo mudou essa idéia, pois já foi conceitualmente projetado como uma guitarra elétrica. Corpo profundo, ?f-holes? e uma única reentrância (cutaway) na parte inferior do corpo, em estilo Florentino. Originalmente, trazia um único captador, modelo P90 (soapbar). Em 1952, a revolução. Com a participação do popular guitarrista Les Paul, a empresa inicia a fabricação de instrumentos de corpo maciço que viriam a se tornar lendários. Paul foi responsável por inúmeras inovações, inclusive pela introdução dos captadores do tipo Hambucker. O histórico modelo foi extremamente modificado até que se chegasse à sua versão ?Standard?, o que só ocorreu em 1958, com a adição dos humbuckings, desenhados por Seth Lover, que se tornaram ?o som marca registrada? das guitarras Les Paul, muito volume, muito sustain e nenhum hum (daí o nome humbucking). A Les Paul é, provavelmente, o ?definitivo? som do Rock and Roll. Jimmy Page talvez seja o ícone maior dos tantos ?monstros? que eternizaram a Les Paul como a guitarra do Rock. Praticamente TODOS os grandes guitarristas já usaram - ou ainda usam - uma Les Paul como instrumento básico de trabalho. Em 1974 inaugurou na cidade de Nashville a fábrica, conhecida como Gibson USA, para produção de guitarras elétricas Les Paul. Dez anos depois, passando por enormes dificuldades financeiras, a empresa mudou sua sede para a cidade de Nashville e fechou sua fábrica original em Kalamazoo. Somente em 1986, quando os empresários Henry Juszkiewicz e David Berryman compraram a Gibson, a empresa começou a sair da crise.
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      Você sabia?
      ? A Gibson Guitar Corporation é uma das fabricantes mundiais de guitarras acústicas e elétricas mais conhecidas responsável por lançamentos clássicos como ES-175, ES-335, Flying V, Explorer, Firebird, SGs e a lendárias Les Paul.

Comentario:

BRA - Aviação Popular

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      A BRA Transportes Aéreos (ou Brasil Rodo Aéreo) foi fundada em agosto de 1999 pelos empresários Humberto e Walter Folegatti, operando inicialmente somente vôos fretados (Charter), para destinos dentro do país e alguns internacionais. A empresa nascia, como seu nome poderia indicar, para competir com os ônibus interestaduais. A BRA logo de início assinou um contrato operacional e de marketing com o Grupo Varig, que lhe disponibilizava lugares nos vôos regulares e fretados da empresa gaúcha. A companhia aérea comprou em meados de 2004 um Boeing 767-300 para vôos fretados internacionais. O avião foi inicialmente usado em vôos entre o nordeste brasileiro e a Europa, sobretudo Lisboa. Com a crise da Varig, reagiu rápido e incrementou serviços regulares nacionais e intercontinentais. Somente em novembro de 2005 começou operar vôos domésticos regularmente, dentro do conceito de low cost, low fare (baixo custo, baixa tarifa), um importante passo para a sua consolidação no mercado de aviação civil nacional. Neste momento a BRA era oficialmente uma companhia aérea comercial. Com tarifas atraentes e preços vantajosos, sempre mais em conta, a companhia BRA trouxe para o aéreo uma boa parcela do público que utilizava transporte rodoviário no deslocamento para São Paulo e outras localidades do Sudeste. No ano seguinte inaugurou linhas regulares internacionais para Lisboa e Madri, e conseguiu autorização para realizar vôos regulares para a Itália.
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      A marca no mundo
      Atualmente voa para mais de 34 destinos domésticos, com uma frota composta de 12 jatos Boeing 737 e Boeing 767, além de seis destinos internacionais como Lisboa (Portugal) e Madrid (Espanha) com vôos regulares; e Roma (Itália), Milão (Itália), Colônia (Alemanha), Oslo (Noruega), e Buenos Aires, Córdoba e Rosário (Argentina) com vôos fretados. A empresa BRA detém atualmente cerca de 5% do mercado doméstico, transportando cerca de 1.6 milhões de passageiros anualmente. Recentemente, na feira da aviação em Le Bourget, Paris, a companhia anunciou a compra de 40 jatos Embraer EMBRAER E-195 (para 118 passageiros), tornando-se a primeira companhia aérea brasileira a operar o modelo da fabricante brasileira.

Comentario:

CEL LEP - English for life

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      De início o CEL LEP era apenas uma experiência didático-pedagógica inserida na estrutura de um grande colégio da cidade de São Paulo, o Liceu Eduardo Prado, em 1967. Logo passou a ter vida autônoma, quando se instalou na Av. Cidade Jardim no ano seguinte. Na ocasião o prédio foi inteiramente adaptado, equipado e organizado, de modo que o CEL LEP se transformasse em uma escola de línguas completamente diferenciada das demais escolas existentes no país. Em sua fase inicial o Grupo CEL LEP tinha apenas três sócios, 1 diretor-gerente, 1 coordenador e aproximadamente 40 funcionários, incluindo corpo docente e administrativo. De imediato o CEL LEP despertou as atenções de importantes setores da comunidade. Entre os primeiros alunos, figurava o próprio governador do Estado, membros de sua família e boa parte do seu secretariado, além de figuras de alta projeção no meio empresarial. As primeiras expansões foram rápidas, começando pela criação das Unidades Rebouças, Brigadeiro e Pacaembú. Daí em diante tornaram-se mais lentas, em função da necessidade de se cuidar previamente da preparação dos recursos humanos demandados por tais expansões. Em seguida vieram outras unidades como a da Paulista, Brooklin, Piracicaba, Santo Amaro, Jardim América, Santo André, Lapa, ABC e Alphaville. O CEL LEP foi pioneiro em muitas ações em seu segmento de mercado como: matrículas continuamente abertas; turmas com, no máximo, 10 alunos; enfoque nos aspectos culturais relacionados aos idiomas; organização de tapotecas (gravação texto) como recurso complementar e atenção especial à comunicação oral. Além disso, estão entre os diferenciais da instituição as turmas que não ultrapassam 10 pessoas, aulas individuais voltadas principalmente a executivos que não têm condições de ser atendidos nos horários convencionais dos cursos, grupos de ensino para escolas, equipes especializadas em traduções e laboratórios de pesquisa e treinamento.
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      A marca no Brasil
      Atualmente o CEL LEP, que conta com 24 unidades de ensino localizadas na Capital e Grande São Paulo, Interior de São Paulo e Minas Gerais, oferecendo cursos de inglês, espanhol, francês, alemão e português para mais de 19 mil alunos. Os cursos oferecidos são o Kids (a partir de 8 anos), o Teens (a partir de 11 anos), Adults e cursos especiais como Professionals, Toefl, One to One, Teachers e Intensivo de Férias.
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      Você Sabia?
      ? O CEL LEP não vende e não franqueia o seu nome, garantindo assim total controle sobre seu método de ensino e atendimento. Todas as unidades do grupo oferecem a mesma estrutura e os mesmos recursos em ambiente agradável e profissional.

Comentario:

Placar - Templo do futebol brasileiro

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      Ao final dos anos 60, a editora Abril já estava confortavelmente instalada no mercado das publicações infantis e femininas, as revistas Realidade e Veja cobriam a atualidade e Quatro Rodas falava de carros e de aventuras. Eram poucas, no entanto, as revistas diretamente voltadas para os leitores, com a distinção do gênero. Para conquistar de vez aquele leitor masculino, faltava explorar dois assuntos - sexo e futebol. Para falar de sexo a editora lançou a revista Playboy. Em relação ao futebol, grande paixão nacional, resolveu lançar no mercado uma revista especializada no esporte. A idéia de uma revista esportiva não era nova. Datava exatamente de 16 de julho de 1950, dia da fatídica final da Copa do Mundo em que o Brasil perdeu para o Uruguai no estádio do Maracanã. Contaminado pela febre daquele mundial, o lendário Victor Civita resolveu que um dia sua então recém-fundada editora lançaria uma revista sobre esportes. Em 1952, chegou-se a fazer o esboço de uma publicação, que levaria o nome Placar. Mas a estrutura da editora ainda era pequena, não comportava uma equipe do tamanho que desejavam, e o título foi registrado e engavetado. Placar, ?a revista semanal esportiva?, só foi às bancas no dia 20 de março de 1970, às vésperas da Copa do Mundo no México. Em seu primeiro número teve a foto estampada daquele que foi considerado um dos melhores jogadores de todos os tempos, o rei Pelé. O motivo é claro: Pelé estava vivendo um momento ímpar de sua carreira, e a revista investia nessa imagem para conquistar o País como um veículo que surgia para ser um expoente em informação sobre futebol. Porém, o principal gancho para o lançamento da revista era a estréia da Loteria Esportiva, que tinha como mote ?Aprenda a ficar tão rico quanto Pelé?. A seção mais lida era justamente a de prognósticos dos resultados. Mas não foi só isso. Placar destacou-se por seu experiente time, saído das páginas esportivas dos principais jornais do país, e por suas reportagens exclusivas, que perduram até hoje. Placar surgiu no início de uma década atravessada, entre outras coisas, por uma mudança no comportamento do brasileiro. Placar nasceu semanal (a efígie de Pelé cunhada numa bolacha de latão dourada, aplicada à capa da edição nº 1, com mais de 500 mil exemplares de tiragem), passou a mensal, voltou a semanal, mudou de formato, de conteúdo, de papel, caracterizando-se como uma publicação de resistência e de persistência. Ainda em 1970, a revista inaugurou a entrega da Bola de Prata para os melhores do campeonato justamente em uma edição da Taça de Prata. Veja só a seleção do torneio: Picasso (Bahia); Humberto Monteiro (Atlético-MG), Brito (Cruzeiro), Reyes (Flamengo) e Everaldo (Grêmio); Zanata (Flamengo), Dirceu Lopes (Cruzeiro) e Samarone (Fluminense); Vaguinho (Atlético Mineiro), Tostão (Cruzeiro) e Paulo César Caju (Botafogo). Pelé não recebia nota por ser hors-concours e ainda não havia a entrega da Bola de Ouro. Durante os anos 70, a revista vai ganhando o terreno e passa a ser a principal referência informativa e futebolística do País. A cobertura do campeonato brasileiro (naquele ano se chamava Torneio Roberto Gomes Pedrosa) foi um ponto alto nessa primeira década de vida da revista. Os anos 90 chegaram repletos de mudanças. Em abril de 1995, a revista renova o foco, tamanho, slogan e outros mais. "Futebol, sexo e rock'n roll" era o novo slogan, apostando na tentativa de ganhar público e abranger o maior número de leitores. A tática aos poucos foi sendo notada como uma frustração e não inovação. Um ano depois a revista faz nova mudança sendo a principal o tamanho, que volta a ser como antes. Esse padrão vai até meados de 2000, quando o veículo completa 30 anos de existência. O slogan é retirado e o foco volta a ser o futebol brasileiro.
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      Você sabia?
      ?
      Grandes nomes do jornalismo esportivo passaram pela revista, entre eles Milton Coelho da Graça, Jairo Régis, Juca Kfouri, Lemyr Martins, João Ratt, Jangada, Maurício Cardoso, Carlos Maranhão, Biriba e Celso Kinjô. Da fase de relançamento, com Juca Kfouri, logo após a conquista do Tetra, em 1994, vieram outros colegas como Leão Serva e Alfredo Ogawa, até chegar à equipe atual, comandada por Sérgio Xavier Filho, integrada ainda pelo redator-chefe André Fontenelle, pelos editores Fábio Volpe, André Rizek e Arnaldo Ribeiro e pelos repórteres Eduardo Cordeiro, em São Paulo, e Léo Romano, no Rio de Janeiro.

Comentario:

Swarovski - Os cristais da moda

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      Eles estão em toda parte. Nas principais coleções de moda. Brilham nos modelos de grifes tradicionais. Enfeitam sapatos caríssimos. Em mostras de design e arquitetura. A febre do cristal tem nome: Swarovski, a centenária empresa familiar austríaca que conseguiu atrair a atenção mundial para a matéria-prima que produz.
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      A história
      Os famosos cristas foram criados quando Daniel Swarovski inventou uma máquina de corte automática em 1892. No ano de 1895, a empresa Swarovski foi fundada quando o criador abriu uma fábrica de cortes em Wattens, no coração dos Alpes Tiroleses, na Áustria. Naquela cidade, Daniel Swarovski soube tirar vantagem da hidroeletricidade local para utilizar na moenda de alta intensidade elétrica que ele patenteou. Primogênito de uma família de cortadores de vidro da Boêmia, Daniel descobriu uma técnica revolucionária de lapidação industrial, guardada até hoje a sete chaves. Até poucos anos atrás, o nome Swarovski era ligado praticamente a uma única linha de produto: as miniaturas de animais lançadas na década de 70, que têm hoje mais de 450.000 colecionadores pelo mundo. A Swarovski só começou a atuar como varejista no final da década de 90. As primeiras lojas foram abertas em 1999, simultaneamente em Viena e Hong Kong. A primeira na América Latina foi aberta em Buenos Aires. Em 2000, a primeira loja no Brasil foi inaugurada no Shopping Morumbi, em São Paulo. Sinônimo de elegância e distinção, os cristais Swarovski estão presentes nos ambientes mais sofisticados de Nova York e Paris. Nos Estados Unidos, personalidades como Marilyn Monroe, Rita Hayworth e Tina Turner já se exibiram com estes cristais austríacos. Os cristais contém aproximadamente 32% de chumbo usado para maximizar a refração. Os produtos de cristais Swarovski incluem esculturas e miniaturas, jóias e os mais variados produtos para decoração, voltados a atender tanto fábricas quanto artistas em geral.
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      O logotipo
      A logomarca original do Swarovski era uma flor chamada edelweiss, que tem a aparência de uma estrela, mas foi substituída pelo atual cisne estilizado que serve como logo desde 1988. Todas as esculturas são marcadas com esse logo. Um dos recém lançamentos foi em 2004, chamada de Xillion, um novo corte patenteado elaborado para otimizar o brilho dos produtos Roses (componentes de cristais com a parte de trás reta) e os Chatons (cortes no estilo de diamantes).
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      A marca no mundo
      Os cristais são produzidos pela empresa Swarovski AG, a detentora da marca, e que está situada em Feldmeilen, próximo a Zurique, na Suíça. Atualmente a empresa conta com mais de 600 lojas espalhadas pelo mundo.
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      Você sabia?
      ?
      A companhia gerencia um parque temático sobre cristais chamado Mundo dos Cristais ou, no idioma original, Swarovski Kristallwelten, situado em Wattens, na Áustria.
      ? Atualmente, a Swarovski conta com parcerias com designers e marcas como Yves Saint Laurent, Armani, Versace, Gucci e Prada, além de designers de vanguardas como Hussein Chalayan, Alexander McQueen e Viktor & Rolf.

Comentario:

Shop Tour - O Canal de Compras

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      O SHOP TOUR foi fundado em 1987 por iniciativa do publicitário Luiz Antonio Cury Galebe. O canal foi pioneiro em programação voltada a vendas e oportunidades de negócios. Surgiu como um programa de apenas 10 minutos diários e alguns poucos lojistas e anunciantes. Com o tempo, foi ganhando espaço e prestígio e atualmente é um canal independente, com 24 horas de programação diária. O programa SHOP TOUR veiculou em diversas emissoras (Record, Gazeta, Manchete, Jovem Pan, Bandeirantes e CBI) até se tornar um canal independente, que abrange mais de 50 municípios em 10 estados. Há mais de 10 anos o SHOP TOUR veicula 24 horas de programação diária. São em média 70 gravações por dia, 492 por semana, 2.100 por mês. Isso representa mais de 25 mil comerciais gravados, editados e veiculados anualmente. Atinge 17 milhões de telespectadores e sua programação contempla os mais variados segmentos do mercado econômico como: automóveis, decoração, educação, moda, imóveis, lazer, serviços, tecnologia e turismo. Para isso, utiliza uma estrutura própria criada para atender a toda essa demanda de anunciantes: são 13 apresentadores e 17 equipes de gravação externa (fora de estúdio) especializadas no formato do programa e focada na venda de marcas, produtos e serviços

Comentario:

SKYPE

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      A tecnologia é extremamente avançada. Porém, muito simples de usar. Em minutos você estará conversando com seus amigos, aonde quer que estejam, gratuitamente e com uma qualidade perfeita de som a qualquer hora. Falar com o mundo, de graça ou por preços irrisórios, sem limites, de computador a computador. Tudo o que é preciso é ter o SKYPE instalado em seu computador.
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      A história
      O SKYPE, fenômeno da telefonia via Internet, foi fundado por dois empreendedores europeus, o sueco Niklas Zennstroem e o dinamarquês Janus Friis, também fundadores do KaZaA (um dos softwares mais famoso da Internet e maior distribuidor de música na web), em agosto de 2003. Eles começaram a oferecer para milhões de internautas um software que permitia conversar pela Internet, sem a necessidade de pagar pelas ligações interurbanas ou internacionais. Inicialmente permitia conversas entre dois internautas que tivessem o software instalado em seus computadores. O novo e revolucionário software utilizava tecnologia VoIP (Voice over Internet Protocol ou Voz sobre Protocolo de Internet em português) para conectar os usuários, permitindo conversar com outras pessoas em qualquer parte do mundo. O sucesso foi instantâneo. Em setembro de 2005 a empresa foi vendida para o Ebay por impressionantes US$ 2.6 bilhões. No ano seguinte foi introduzida a versão 3.0 para Windows. A nova versão continha novidades como o Skypecast e os Chats Públicos, que permitiam a criação, a moderação, ou a simples participação em conversas entre diversas pessoas. No final deste ano foi lançada a versão para Macintosh. O SKYPE gera receita com suas ofertas prêmio como as de envio e recebimento de ligações de e para telefones de linhas fixas e celulares, caixa postal, transferência de ligações e personalizações, incluindo ringtones e avatars.
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      Outros produtos
      O SKYPE oferece ainda os serviços:
      ? SkypeIn ? Serviço que permite ligações de aparelhos comuns para o computador. Isto é, você pode ligar de um orelhão na rua ou do telefone de casa para um usuário que tenha o SKYPE instalado no computador. Quem receber a ligação, atende pelo computador normalmente, como se fosse um terminal telefônico pagando muito pouco pelo serviço.
      ? SkypeOut - Serviço que nos permite fazer ligações do computador utilizando conexão a Internet banda larga, com preços muito mais atraentes do que os praticados pelas empresas de telefonia convencional, para telefones fixos e celulares do Brasil e mais de 180 países do mundo.
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      Os dados
      ? Origem: Europa
      ? Fundação: 29 de agosto de 2003
      ? Fundador:
      Niklas Zennstroem e Janus Friis
      ? Sede mundial:
      Luxemburgo
      ? Proprietário da marca:
      Ebay Inc.
      ? Capital aberto:
      Não
      ? CEO:
      Michael van Swaaij
      ? CFO:
      Laura Shesgreen
      ? Faturamento: US$ 200 milhões (2006)
      ? Usuários: 245 milhões
      ? Presença global:
      212 países
      ? Maiores mercados: Estados Unidos, Alemanha, Polônia, França e Brasil
      ? Funcionários:
      200
      ? Segmento: Internet
      ? Principais produtos: Software de comunicação
      ? Slogan: Free Internet telephony that just works.
      ? Website:
      www.skype.com
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      A marca no mundo
      SKYPE está disponível em 28 idiomas e é utilizado em quase todos os países por mais de 240 milhões de pessoas. A empresa tem sua sede em Luxemburgo, e escritórios em Londres; Tálin, capital da Estônia; Praga e San Jose na Califórnia. As cinco maiores comunidades de utilizadores estão nos Estados Unidos, Polônia, Alemanha, França e Brasil.
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      Você sabia?
      ? Mais de 3 milhões de pessoas utilizam o SKYPE simultaneamente.
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      As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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      Última atualização em 25/11/2007

Comentario:

CROCS

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      Todos usam, jovens, adultos e crianças, provavelmente seu maior público. Alguns acham brega. Outros usam sem nenhuma vergonha. Eles são coloridos, transados, confortáveis, higiênicos, fáceis de usar e digamos um pouco esquisitos. Os calçados CROCS se transformaram em um fenômeno global, a ponto de serem fotografados nos pés do poderoso presidente americano George W. Busch, um fã declarado dos confortáveis calçados, assim como Al Pacino, Jack Nicholson, Ben Afleck, Drew Narrymore, Oprah Winfrey e Madonna. Até Sergey Brin, um dos fundadores do Google, ostentou um par vermelho em uma conferência. Uma verdadeira epidemia fashion.
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      A história
      A idéia surgiu em 2002 quando a empresa canadense Foam Creations desenvolveu o CROSSLITE, um material exclusivo composto de uma resina de célula fechada que representava uma expressiva inovação no âmbito do conforto e funcionalidade do calçado: antimicrobiano, resistente ao odor (bactérias e fungos), leve, resistente e antiderrapante. O novo material ainda proporcionava amortecimento e reduzia o impacto recebido pelos pés e pernas ao andar. Foi então que Lyndon ?Duke? Hanson, Scott Seamans e George Boedecker, três jovens executivos americanos e amantes da vela, da cidade de Boulder no Colorado, resolveram criar um calçado feito dessa resina. O nome CROCS, trata-se da abreviatura em americano para crocodilo, surgiu em alusão esses animais fortes e resistentes e que não contam com nenhum predador natural. Os crocodilos adaptam-se bem tanto na água, quanto na terra e tem vida longa. Todas estas qualidades são inerentes aos produtos da marca: não escorregam, não produzem cheiro e são impermeáveis. Originalmente o intuito era vender um calçado para velejadores, devido ao seu solado antiderrapante que não marcava o deck do barco.
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      A CROCS marcou sua estréia no mercado americano em novembro de 2002 com o modelo Beach (pesando apenas 170g), um calçado extremamente leve, macio, antiderrapante e livre de odores e bactérias, ideal para o lazer e para atividades recreativas ao ar livre, como pesca, vela e ciclismo. O modelo foi oficialmente colocado a venda em uma feira náutica na cidade de Ft.Lauderdale, na Flórida. Em apenas três dias, ao preço de US$ 30, vendeu mil pares rapidamente. Com formato que remete ao dos tradicionais tamancos holandeses de madeira, o modelo se diferenciava, além da modelagem que privilegia o conforto e a total ergonomia, por uma inovadora alça intercambiável que envolvia o calcanhar e, principalmente, por seu material exclusivo e ultraleve. Não demorou muito para os médicos, grandes praticantes de vela, descobrirem que os calçados eram ótimos para substituir os tradicionais calçados que usavam nos hospitais. De boca em boca, em pouco tempo, os calçados já eram usados por aqueles que profissionalmente eram obrigados a passar longos períodos em pé. A fama aumentou quando celebridades começaram a utilizar os calçados. Em 2003 CROCS se tornou um fenômeno global aceito como um calçado confortável e fashion para todas as ocasiões. Nos dois anos seguintes voltou seu foco para adaptar-se ao rápido crescimento: expandiu as linhas de produtos, construiu novas fábricas, criou um programa de logística para a crescente capacidade de demanda e produção, contratou uma competente diretoria executiva e adquiriu, em 2004, a Foam Criations, empresa que produzia o material básico do calçado, o Croslite, assegurando assim sua patente. Em 2006 a empresa adquiriu por US$ 20 milhões a Jbbitz, marca de acessórios especiais que produz mini-broches coloridos (cristais, flores e personagens licenciados) especialmente desenvolvidos para os sapatos CROCS. Hoje são mais de 900 modelos disponíveis para o consumidor personalizar seus calçados. Demonstrando a força de sua marca, neste mesmo ano passou a ser patrocinadora oficial da Associação Profissional de Volleyball. Recentemente a CROCS escolheu o Brasil para instalar a primeira fábrica na América Latina, localizada em Sorocaba, no interior de São Paulo. A mais nova unidade começou a produzir em julho e tem capacidade para fabricar 3 milhões de pares de calçados por ano, sendo que de 35% a 50% serão para exportação.
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      Os modelos
      Os calçados CROCS possuem uma ampla variedade de cores (mais de 20), incluindo tamanhos que variam do número 21, para crianças, até o 44, para adultos, além de 30 modelos de calçados diferentes incluindo as linhas infantis e licenciadas como a Disney Kids Cayman com os buracos de ventilação cortados no formato das orelhas do Mickey Mouse. Os modelos mais populares são o tradicional BEACH, que custa em torno de US$ 30.00; o CROCS KIDS CAYMAN, voltado para crianças a partir de 2 anos; o CROCS OF ROAD, uma versão esportiva do modelo original, com solado que remete ao das rodas de jipe e alça turbo original, intercambiável e ajustável, com velcro; o CROCS GRILS MARY JANE, um calçado aberto na parte de cima e voltado para crianças e meninas adolescentes; a CROCS ATHENS, primeira sandália de dedo da marca; a CROCS GEORGIE, primeira bota da marca, e o CROCS ENDEAVOR, calçado fechado na parte de cima, sem os tradicionais furinhos do modelo original.
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      Os dados
      ? Origem: Estados Unidos
      ? Fundação:
      2002
      ? Fundador:
      Lyndon Hanson, Scott Seamans e George Boedecker
      ? Sede mundial:
      Niwot, Colorado
      ? Proprietário da marca:
      Crocs Inc.
      ? Capital aberto:
      Sim (2006)
      ? CEO & Presidente: Ronald Snyder
      ? COO:
      John McCarvel
      ? Faturamento:
      US$ 354.7 milhões (2006)
      ? Lucro:
      US$ 95.6 milhões (2006)
      ? Valor de mercado: US$ 1 bilhão (2007)
      ? Fábricas:
      7
      ? Vendas: 25 milhões/pares
      ? Presença global:
      80 países
      ? Presença no Brasil: Sim
      ? Funcionários:
      1.130
      ? Segmento:
      Calçados
      ? Principais produtos:
      Calçados e acessórios
      ? Ícones:
      O jacaré e o calçado Beach
      ? Slogan:
      Ugly Can Be Beautiful.
      ? Website:
      www.crocs.com

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      A marca no mundo
      Hoje, a marca CROCS está presente em mais de 80 países, tendo seus produtos vendidos em cerca de 15.500 pontos-de-venda. Os calçados são produzidos em sete fábricas: Estados Unidos, México, Itália, Bósnia, China, Canadá e Brasil. Uma equipe de designers italianos da empresa, altamente qualificada, atua para garantir que a marca coloque no mercado lançamentos que traduzam novas tendências em design e cores. O faturamento previsto para 2007 é de impressionantes US$ 700 milhões.
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      Você sabia?
      ? A empresa é a terceira maior fabricante de calçados do planeta.
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      As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas); revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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      Última atualização em 19/11/2007

Comentario:

HAVANNA

URL:http://mundodasmarcas.blogspot.com/2007/12/havanna.html

      Eles são pequenos e redondos. Recheados com doce de leite e cobertos de açúcar. Na Argentina é um produto de primeira necessidade, uma bomba calórica que virou obsessão de nossos ?hermanitos?. Assim como a carne e o couro, o alfajor é uma instituição nacional daquele país, e o Café HAVANNA também.
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      A história
      Não, ele não é argentino, mas merecia ser. A história do alfajor, o doce mais tradicional da Argentina, tem origem na cozinha árabe. O doce nasceu em Andaluzia, e seu nome vem de ?al-hasú?, que em árabe significa ?estufado ou recheado?. Originalmente produzido com amêndoas, mel e avelãs, chamou-se também ?alaju?, e chegou às ruas espanholas como alfajor. Ao atravessar o Atlântico, teve sua receita reinterpretada e daí para frente, sofreu várias alterações, até chegar à receita atual. A marca HAVANNA surgiu no ano de 1947, em Mar Del Plata, um balneário a cerca de 400 km de Buenos Aires, capital da Argentina, quando três amigos, Demetrio Eliades, Luis Sbaraglini e Benjamin Sisterna, decidiram montar uma fábrica de alfajores, doce tradicional do país, feito à base de uma massa fina e delicada com recheio de doce de leite e cobertura de chocolate. Começa então a história de amor entre a Argentina e os alfajores da marca HAVANNA.
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      Como um souvenir de Mar del Plata, a HAVANNA se expandiu nacionalmente na década de 80. Até então, toda vez que alguém viajava à cidade balneária retornava para casa com o porta-malas recheados de alfajores para distribuir entre os amigos. Em 1990, a empresa abriu seu primeiro HAVANNA CAFÉ, espaços pequenos e aconchegantes, que mais se pareciam com ?uma biblioteca de alfajores?, no qual uma iluminação dramática dirigia os focos de luz para uma estante de madeira escura onde estavam os produtos, onde os clientes pudessem tomar um café, comer sanduíches e doces. Localizado em Buenos Aires, foi inspirado nas tradicionais cafeterias européias, extremamente comuns na Argentina, visando a permanência longa do consumidor no estabelecimento. Originalmente, uma empresa familiar, a HAVANNA foi comprada por US$ 85 milhões em 1998 pelo fundo de investimentos Exxel Group, que adquiriu marcas de prestígio como as operações da Kenzo e Ralph Lauren na América Latina. Com uma gestão empresarial, a HAVANNA além de vender os mais tradicionais alfajores do país passou a ser conhecida como uma rede de cafeterias. Os alfajores também sofreram com a grande crise da Argentina em 2001. Nessa época, o presidente da empresa teve que ir a uma emissora de rádio defender as bolachas recheadas da HAVANNA, pois o público estava certo de que o diâmetro do alfajor havia diminuído. Foi uma polêmica nacional. Ao final, a marca conseguiu convencer os desesperados consumidores que a remodelação do maquinário para fazer alfajores menores daria um enorme prejuízo a empresa. Em novembro de 2003, deficitária, a empresa foi comprada pelo fundo de investimentos Desarollo y Gestión, que sanou suas dívidas. Foi neste período que a empresa criou seu departamento de marketing e começou uma forte expansão de sua rede de lojas e cafés.
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      Os produtos
      ALFAJORES
      - São essencialmente feitos com uma massa de farinha, açúcar, ovos e essências de limão e de amêndoas, recheada de doce de leite e coberta de chocolate. Parece simples, ainda mais sabendo que o doce de leite não é fabricado pela HAVANNA, mas encomendado com um fornecedor e o chocolate vem do Brasil. A diferença é o poder da marca, que permite aos seus alfajores custarem até 20% a mais que os concorrentes. Eles podem ser encontrados nos sabores nozes, doce de leite, chocolate e frutas, este último disponível somente na Argentina, além da versão em tamanho reduzido, conhecida como mini alfajor.
      HAVANNETS ? Cones de chocolate branco ou meio amargo recheados de doce de leite (espécie de merengues).
      GALLETITAS - Bolachas com recheio de creme de limão e cobertas ou não por chocolate.
      BARRITAS - Doce de leite em barras. Também possui doce de leite em potes.
      CORONITAS - Bombons com recheio de doce de leite.
      PANETONES ? O tradicional doce recheado com doce de leite, doce de leite com frutas secas ou cristalizadas com chocolate. Este produto foi desenvolvido especialmente para o mercado brasileiro.
      CHOCOLATES ? Bombons e barras elaborados com ingredientes puros e selecionados.
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      A fábrica
      Mesmo em meio à expansão internacional a fábrica da empresa, localizada até hoje em Mar Del Plata, mantém seu esquema meio industrial e meio artesanal de produção. Cerca de 22 senhoras, com média de idade de 50 anos, vestidas com uniformes brancos e blusas rendadas revestem os alfajores com merengue um a um com uma espátula e o processo de embalagem não é totalmente mecanizado. Somente na fábrica são cerca de 200 funcionários trabalhando para produzir 700 mil alfajores por mês (no verão a produção chega a 1.2 milhão).
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      Os dados
      ? Origem: Argentina
      ? Fundação: 1947
      ? Fundador: Demetrio Eliades, Luis Sbaraglini e Benjamin Sisterna
      ? Sede mundial:
      Mar del Plata, Argentina
      ? Proprietário da marca:
      Fundo Desarollo y Gestión
      ? Capital aberto:
      Sim
      ? Presidente: Gustavo Sanchez
      ? Diretor geral:
      Alberto Osorio
      ? Cafés:
      200
      ? Presença global:
      16 países
      ? Presença no Brasil:
      Sim (8 cafés e 9 quiosques)
      ? Funcionários:
      2.000
      ? Segmento: Alimentação
      ? Principais produtos: Doces e chocolates
      ? Ícones: Os alfajores
      ? Website:
      www.havanna.ar
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      A marca no Brasil
      A empresa chegou oficialmente ao Brasil somente em junho de 2006, com a inauguração em 28 de junho de sua primeira loja, um café localizado no bairro dos Jardins, em São Paulo, e um quiosque no Shopping Iguatemi. Os alfajores HAVANNA já tinham sido temporariamente vendidos no Brasil através da rede Casa do Pão de Queijo, em 1994. Alguns produtos das lojas brasileiras têm diferenças em relação aos encontrados na Argentina. É o caso do café, que é nacional, do brigadeiro de doce de leite, do milkshake de café e doce de leite, e do panetone recheado com o doce de leite da marca (vendidos somente nas lojas do Brasil). O sucesso foi instantâneo e não demorou muito para outros cafés e quiosques serem inaugurados pelo país.
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      A marca no mundo
      Hoje em dia, a HAVANNA possui mais de 200 cafés e outras muitas lojas em 16 países (Brasil, Canadá, Estados Unidos, Costa Rica, Panamá, Venezuela, Peru, Bolívia, Paraguai, Chile, Inglaterra, Espanha, França, Bélgica, Israel e Austrália). Somente a loja do aeroporto de internacional de Ezeiza, localizada em Buenos Aires, vende mais de sete milhões de unidades por ano.
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      Você sabia?
      ? Hoje existem mais de 150 fabricantes de alfajores somente na Argentina. E a marca HAVANNA é uma das poucas a manter a forma artesanal na produção da iguaria.
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      As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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      Última atualização em 12/12/2007

Comentario:

DISNEY

URL:http://mundodasmarcas.blogspot.com/2007/12/disney.html

      Em alguns momentos da história, ficção e realidade parecem se confundir. Essa afirmação é especialmente verdadeira quando o personagem em questão é Walt Disney e seu mundo encantado, que se tornou um universo de referências no imaginário infantil de sucessivas gerações. Entre no mundo da fantasia e deixe voar a sua imaginação. Viva ao menos segundos de pura magia dentro de um mundo perfeito onde o inimaginável acontece. Bem-vindo ao universo DISNEY.
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      A história
      Walter Elias Disney nasceu em Chicago, no dia 5 de dezembro de 1901, filho de Elias Disney, um empreiteiro de origem canadense, e Flora Disney, uma professora primária. Ainda pequeno mudou-se para uma fazenda de 48 acres localizada na interiorana Marceline, uma pequena cidade a 150 quilômetros de Kansas City, localizada no estado do Missouri. Walt gostava de ir à cidade de carroça e descer a rua principal, deslumbrando-se com a loja de chapéus, com a barbearia e com o bazar, onde se podia comprar de tudo. Havia também o Corpo de Bombeiros e a estação ferroviária, onde Walt se esquecia da vida observando o movimento dos trens e das pessoas que iam e vinham. Nunca se cansava de apreciar a grande locomotiva a vapor que puxava vários vagões de carga ou de passageiros, deslizando pelos trilhos que passavam em frente à fazenda. Nessa época, o pequeno artista registrava tudo o que via, desenhando os animais da fazenda e dos campos ao redor. Posteriormente usou muito do que viu como personagens de suas animações e até mesmo como inspiração para os parques. Jamais teve qualquer apoio dos pais com relação ao desenvolvimento do seu talento na arte de criar e imaginar um mundo fantástico. Contudo, mesmo assim teve permissão aos 14 anos de idade para ter aulas noturnas aos sábados no Kansas City Art Institute (Instituto de Arte de Kansas City). Aos 17 anos, durante a Primeira Guerra Mundial, foi enviado à França, onde passou a dirigir uma ambulância da Cruz Vermelha, a qual, em vez de ostentar uma camuflagem normal, estava coberta por desenhos seus. Já com 18 anos e de volta aos Estados Unidos, foi trabalhar em um pequeno estúdio, denominado Gray Advertising Company, em Kansas City, onde conheceu Ub Iwerks, um descendente de holandeses, que posteriormente tornou-se o mais importante associado de Walt Disney no início de sua carreira. Depois de algum tempo, conseguiu uma câmera emprestada e ensaiou suas próprias animações. As primeiras produções foram uma série de comerciais e gags ilustradas conhecidas como Newman Laugh-o-Grams. A parceria entre Disney e Iwerks era tecnicamente competente para os padrões da época e o sucesso inicial os encorajou a deixar a empresa e criar a Laugh-o-Grams. Porém, Walt era ambicioso e, imediatamente, começou a trabalhar em uma série de histórias infantis, entre as quais Cinderella e uma versão cinematográfica de sete minutos de Chapéuzinho Vermelho(Little Red Riding Hood). Infelizmente, o sucesso comercial não correspondia e a Laugh-o-Grams não conseguia vender. Foi nesta época que começou a ligação de Walt Disney com os ratos. Devendo US$ 15.000 a 43 credores e abandonado pelos empregados, passara a ter como companhia dez ratinhos, que há tempos vinham freqüentando os restos de comida e a bagunça de um escritório sem perspectivas. Para protegê-los contra eventuais raticidas, de um cesto de arame fez uma gaiola e colocou os dentro; com direito a cama e comida. Um ratinho mais simpático foi honrado com o direito de freqüentar a prancheta, roer lápis, receber sorrisos de aprovação e ser batizado como Mortimer. Assim, Walt não pôde agüentar. Estava produzindo outras versões, como Alice no País das Maravilhas, O Gato de Botas e A Gata Borralheira, quando a empresa foi à falência. Conseguiu terminar um rolo de Alice no País das Maravilhas e enviou-o para a distribuidora Winkler Corporation. Em 1923, ao completar três meses de desemprego, tendo apenas um paletó xadrez e uma calça, roída em vários pontos pelos ratinhos de Kansas, a Winkler mandou lhe este recado: queria doze filmes e pagaria US$ 1.500 cada. Foi então que montou seu próprio estúdio, chamado de Disney Brothers Cartoon Studios, com o irmão Roy Oliver, seu companheiro inseparável, e o amigo Ib Iwerks, inicialmente funcionando em um pequeno escritório na cidade de Los Angeles, alugado por US$ 10 mensais. Walt passou a se dedicar ao que seria o seu maior talento, as histórias infantis. Alice no País das Maravilhas, que inicialmente foi denominada de The Alice Comedy, uma série popular sobre uma garota de carne e osso em um mundo de desenho animado, começava a fazer sucesso. Em quatro meses, o trio mudou-se para um prédio maior onde se podia ler na janela a inscrição Disney Bros. Studio.
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      Em 13 de julho de 1925, Walt se casou com a animadora Lílian Bounds. Dessa união duradoura, nasceriam Diane, que viria a casar se com Ron Miller, antigo astro do futebol americano, e Sharon (filha adotiva), que se casou com William Lund, executivo de uma firma internacional de consultoria; e oito netos: Christopher, Joanna, Tamara, Jennifer, Walter, Ronald e Patrick. Em 1927, Alice já não era um sucesso tão grande e Walt, juntamente com sua equipe formada por nomes talentosos como Hugh Harman, Walker Harman, Ham Hamilton, Rudy Using, Ub Iwerks e Friz Freleng, criou, então, um personagem que era garantia de sucesso: Oswald, o coelho (também conhecido como ?o coelho sortudo?). O problema é que Walt não era ainda o gênio empresarial que viria a se tornar e, em virtude de um contrato mal assinado, acabou perdendo os direitos do personagem. A briga ocorreu porque Charles Mintz, o distribuidor dos desenhos, quis abaixar os custos dos filmes e Walt Disney não concordou. E, graças a um contrato não lido com atenção, Oswald passou para as mãos de Mintz. Para superar a fase difícil e contornar os prejuízos, criou MICKEY MOUSE em 1928. O camundongo, desenhado a partir de uma série de círculos, provou ser ideal para o desenho animado e se tornaria o personagem de maior sucesso dos estúdios DISNEY. Em 18 de outubro, o filme Steamboat Willie, tendo como protagonista o ratinho Mickey, aparecia na tela do cinema Old Colony, em Nova York. Grande sucesso. Começava a terminar a fase negra dos irmãos Disney. Walt passou dois dias no cinema, sem comer e sem dormir, gozando a delícia de ver o público aplaudir sua obra.
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      Nessa época, a produtora passou a ser mais bem organizada: Roy cuidava da parte financeira, Walt produzia e dirigia, e Iwerks desenhava. Apesar de tanta produção, a empresa era um saco sem fundo; embora Roy fizesse de tudo, não havia dinheiro que chegasse aos sonhos de Walt. Foi ai, em junho de 1932, que Kay Kamen, um vendedor de chapéus, entrou em cena com a seguinte proposta: Mickey seria usado como garoto propaganda. Walt e Roy aceitaram e, em um ano, o camundongo estava vendendo 10 mil artigos em quase todos os setores do mercado e salvando muitas empresas, inclusive o próprio estúdio. Em 1940, a construção do estúdio em Burbank estava pronta, e a equipe cresceu, contando com mais de 1.000 artistas, animadores, roteiristas e técnicos. Durante a II Guerra Mundial, cerca de 94% do efetivo do estúdio estava engajado em trabalhos especiais para o governo, inclusive filmes de treinamento e de propaganda para os serviços militares, bem como filmes sobre saúde, que ainda são exibidos por todo o mundo pelo Departamento de Estado norte-americano.Com o restante da equipe, Walter dedicou-se à produção de comédias curtas, consideradas absolutamente essenciais para a moral de civis e militares. Apesar do sucesso obtido com os seus filmes, Walt Disney planejava criar um parque que permitisse a crianças e adultos brincarem juntos. A história dos parques temáticos do Grupo DISNEY teve início em 17 de julho de 1955 com a inauguração da Disneyland (a terra da Disney) em Anaheim, localizada próxima a Los Angeles, estado americano da Califórnia, ao custo de US$ 17 milhões, contando com dezoito atrações (hoje são sessenta atrações). O parque foi construído graças a uma parceria com a rede de televisão ABC. Walt Disney sabia que estava revolucionando o mundo da diversão, com um conceito até então não explorado. Equipes de televisão mostraram a cerimônia de abertura, 30 mil convidados lotaram a Main Street (rua principal do parque), explorando os mínimos detalhes do complexo e milhares de pessoas acompanharam a abertura no mundo inteiro através de seus aparelhos de televisão. O parque abriu ao público somente no dia seguinte, com David MacPherson sendo a primeira pessoa a comprar um ticket de ingresso. Mas Walt Disney era surpreendente e tirou foto com duas crianças, Michael Schwartner e Christine Vess, que receberam ingressos vitalícios para entrada nos parque em homenagem a inauguração da Disneyland. Até o fim do ano, um milhão de pessoas já haviam visitado o parque e a maioria saia de lá como Walt esperava: com um sorriso escancarado no rosto. Hoje em dia o parque recebe 14.7 milhões de visitantes anualmente.

      Porém, com o passar do tempo, o lugar foi sendo tomado pela feia paisagem do progresso, e era preciso uma expansão. Denominado simplesmente de Project X, durante aproximadamente quatro anos Walt Disney buscou em todo o território americano um local com clima agradável, fácil acesso, que fosse próximo de uma grande cidade e principalmente que tivesse terra barata e em abundância. Então, secretamente comprou terrenos pantanosos no estado da Flórida, localizados a poucos quilômetros da cidade de Orlando. Foram adquiridos mais de 27.000 acres de terra, e para não chamar a atenção para o seu projeto, bem como visando evitar que os donos dessas terras lhe cobrassem preços excessivos, resolveu constituir várias empresas desconhecidas para que pudesse adquirir enormes porções de terra a preços baixos, ou melhor, justos, já que tais terras não tinham realmente grande valor de mercado por serem formadas por regiões pantanosas ou em terrenos utilizados para pastagem. Até que em 15 de novembro de 1965, Walt Disney revelou-se o misterioso comprador, com o intuito de construir novos parques temáticos com espaço não só para um parque, mas para um enorme complexo de diversão e maior do que a Disneyland (que hoje é apenas um pouco maior que o estacionamento do Epcot). O projeto da construção do complexo, orçado em US$ 400 milhões, auxiliaria no desenvolvimento econômico da região, criaria empregos e aperfeiçoaria a sua infra-estrutura. Desta maneira, Walt teve permissão para criar o distrito de Reedy Creek, formado pelas cidades de Bay Lake e Lake Buena Vista (anteriormente chamada de Reedy Creek). Para muitos, o empreendimento era utópico. Infelizmente Walt Disney faleceu, vítima de câncer no pulmão, resultado dos quatro maços de cigarros fumados diariamente, durante a construção do novo parque, em 15 de dezembro de 1966 quando seu coração parou de bater e seu cérebro de criar no Hospital St. Joseph, em Los Angeles. Naquela época, os estúdios DISNEY já contavam com 21 longas-metragens de animação, 493 curtas, 47 filmes, sete episódios de ?A Vida Como Ela É?, 330 horas do Mickey Mouse Club e 360 outros programas de televisão. O projeto teve continuidade, comandado pelo irmão, Roy, que considerava como ?o mais fabuloso e desafiante empreendimento de sua empresa?, inaugurando o Magic Kingdom em 1º de outubro de 1971, depois de três anos de planejamento e dois de construção, ao custo de US$ 450 milhões. É interessante destacar que o complexo deveria chamar-se tão somente Disney World. Contudo, Roy resolveu prestar uma homenagem ao seu falecido irmão acrescentando ?Walt? ao nome. Naquela época o complexo era composto apenas pelo Magic Kingdom, com 26 atrações, dentre elas Jungle Cruise e It Small World, dois hotéis (Disney's Contemporary Resort e Disney's Polynesian Resort), três campos de golfe, alguns barcos e um acampamento (Disney's Fort Wilderness Resort & Campground). Hoje já são quatro parques temáticos, três parques aquáticos, um complexo esportivo que inclui até uma pista de Fórmula Indy, centros de lazer e dezenas de hotéis. A premissa do parque era tornar realidade as estórias dos livros infantis, como Cinderela, e dar vida aos personagens da DISNEY, como Mickey, Minnie, Pluto, Pateta, Pato Donald e companhia. Roy inaugurou o parque com uma dedicatória que até hoje está em uma placa de bronze na Main Street e traduz o espírito do parque:
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      WALT DISNEY WORLD,
      É um tributo à filosofia e a vida de Walter Elias Disney... ... e a talento, á dedicação e a lealdade da organização Disney, que tornou real o sonho de Walt Disney. Que o Walt Disney World traga alegria e inspiração e novos conhecimentos a todos os que venham a este lugar feliz... Um Reino Mágico onde os jovens de coração de todas as idades possam rir, jogar e aprender juntos.
      (WALT DISNEY WORLD is a tribute to the philosophy and life of Walter Elias Disney and to the talents, the dedication, and the loyalty of the entire Disney organization that made Walt Disney's dream come true. May Walt Disney World bring Joy and Inspiration and New Knowledge to all who come to this happy place a Magic Kingdom where the young at heart of all ages can laugh and play and learn together).
      Roy O. Disney, October 1, 1971
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      Toda a família de Walt, incluindo todos os netos, estava presente no dia da inauguração. Dois meses depois da abertura do parque, em dezembro, faleceu Roy Disney, aos 78 anos, e em janeiro do ano seguinte morreu Ib Iwerks. Em menos de uma década tinham desaparecidos os três principais pilares de sustentação do Grupo DISNEY. Porém, o espírito e filosofia destes três gênios permitiram que a empresa seguisse em frente com seus projetos.
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      Nos anos seguintes o ?Império Disney? inaugurou vários empreendimentos: Discovery Island (1974), que foi fechado definitivamente em 2002; Disney Village Marketplace (conhecido atualmente como Downtown Disney) em 1975; Disney River Country, em 1976, primeiro parque aquático do grupo DISNEY (fechado permanentemente em 2004); o Epcot Center, segundo parque do complexo, inaugurado em 1982; o lançamento do Disney Channel e a inauguração da Tokyo Disneyland, primeiro parque do Grupo DISNEY fora dos Estados Unidos, em 1983; a primeira Disney Store, inaugurada na cidade californiana de Glendale em 1987; Disney MGM Studios, em 1989, primeiro estúdio de cinema de Orlando; o parque aquático Typhoon Lagoon e o Pleasure Island, primeiro parque noturno do grupo, com boates e shows ao vivo somente para adultos, também no ano de 1989; a EuroDisney, localizada em Paris, em 1993; o terceiro parque aquático, chamado Blizard Beach, e o Walt Disney World Speedway, um circuito oval para competições automobilísticas, em 1995; o Disney?s Wide World of Sports Complex, um enorme complexo esportivo, em 1997; o Disney Animal Kingdom, uma mistura de zoológico com animais do presente, passado e fictício, o Disney Quest, um complexo futurista, com atrações baseadas em computação gráfica, simuladores de alta tecnologia e muitos brinquedos inspirados no mundo virtual e o ingresso no segmento de cruzeiros marítimos com o lançamento do Disney Cruise Lines com os transatlânticos Disney Magic e Disney Wonder, inaugurados em 1998; o Disney's California Adventure Park, um parque adjacente a Disneylândia original, e o TOKYO DisneySea, primeiro parque do Grupo Disney tendo como tema o oceano, ambos em 2001; o Walt Disney Studios Park, adjacente a EuroDisney, em 2002; e mais recentemente a Disneyland Hong Kong inaugurada em 12 de setembro de 2005. O mundo encantado da DISNEY atrai milhões de pessoas de diversos países, tanto crianças como adultos. O fundador de todo esse império não vive mais, mas certamente tudo o que Walt Disney fez influencia até hoje em muitos empreendimentos do universo que ele criou.
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      Walt Disney World Resort
      É o mais famoso complexo de parques temáticos do mundo. Localizado no município de Lake Buena Vista, próximo de Orlando, sul do estado da Flórida, é um enorme complexo turístico de 121.7 km², duas vezes o tamanho da ilha de Manhattan, seis vezes o de Cancun e equivalente a 1.500 estádios do Maracanã, sendo que mais de três quartos desta área constituem uma reserva ecológica ainda intocada. Atualmente, o complexo inclui quatro parques temáticos, dois parques aquáticos, campos de golfe com mais de 99 buracos (chamado Shades of Green), grande quantidade de restaurantes, lojas e lugares de entretenimento, e mais de 23 hotéis. Quando o complexo foi inaugurado, apenas 5.500 pessoas trabalhavam nele. Hoje são mais de 62 mil pessoas. Nos Estados Unidos, é a empresa que mais trabalhadores emprega em um só lugar. Quem fica hospedado neste complexo também tem benefícios como transporte e estacionamento gratuitos dentro dos parques, horas mágicas extras (quando os parques abrem ou fecham mais cedo ou mais tarde especialmente para os hóspedes) e prioridade na reserva em restaurantes. O transporte dos hóspedes aos hotéis e parques dentro do complexo é feito por mais de 230 ônibus (terceira maior frota do estado da Flórida, perdendo apenas para as cidades de Miami e Jacksonville); 12 Monorails (uma espécie de trem suspenso), barcos e locomotivas. Os números do complexo impressionam: anualmente são consumidos mais de 10 milhões de hambúrgueres, 7 milhões de cachorros-quentes, 3 mil toneladas de batatas fritas, 120 toneladas de pipocas, 50 milhões de copos de Coca-Cola, mais de 30 milhões de embalagens de ketchup e mais de 112 mil espigas de milho. No Natal, o Walt Disney World Resort é adornado com mais de 18 quilômetros de guirlandas, três mil coroas, e 1,5 mil árvores de Natal, sendo que a maior, com 21 metros de altura, fica no hotel Contemporary.
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      MAGIC KINGDOM
      O parque mais famoso do complexo foi inaugurado em 1 de outubro de 1971, sendo batizado ?The Happiest Place on Earth!? (o lugar mais alegre da terra), tornando realidade o maior sonho de Walt Disney. O nome The Magic Kingdom, adotado oficialmente somente em 1994, era utilizado como apelido pelo parque para se distinguir da Disneylândia da Califórnia. Atualmente o parque conta com 44 atrações e vários shows, cinco restaurantes (Cinderela?s Royal Table, Liberty Tree Tavern, Crystal Palace, The Plaza e Tony?s Square), 17 lanchonetes (incluindo fast food, sorveterias, etc), 38 lojas temáticas, quiosques e carrinhos de comida e produtos, além de um estacionamento pra 12.213 veículos (carros e ônibus), distribuídos em uma área de 44.3 hectares. O MAGIC KINGDOM recebeu 16.640.000 visitantes em 2006, tornando-se o parque temático mais visitado do mundo.
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      Assim como a Disneylândia, o parque divide-se em sete áreas temáticas:
      ? Main Street U.S.A. (Rua Principal) - Versão de uma pequena cidade americana do início do século XX, inspirada na cidade de Marceline onde Walt Disney passou parte da sua infância, é a primeira área temática que os visitantes tem contato logo que entram no parque, com prédios de arquitetura vitoriana pintados em tons pastéis como um empório, uma tabacaria, a confeitaria, a lanchonete, o salão de jogos, um quarteto musical em frente a barbearia, um pianista tocando melodias antigas, automóveis e ônibus antigos, bondinhos puxados por cavalos (da raça Percherons, que pesam aproximadamente uma tonelada e medem 2 metros de altura), lojas e algumas atrações como a Disneyana (clube de colecionadores de peças DISNEY espalhados pelo mundo). Em cada janela dos prédios da rua estão gravados os nomes de amigos de Walt Disney e pessoas que participaram da construção do parque. Ao longo da rua estão vários vendedores perfeitamente caracterizados no estilo vitoriano, vendendo balões, pipoca, sorvete, dentre outros produtos (é proibida a venda de chicletes e goma de mascar dentro dos parques), e no final desponta o maravilhoso Castelo da Cinderela, símbolo do parque. O chão avermelhado trata-se de uma idéia de Walt Disney visando dar a impressão aos visitantes do Reino Mágico que um tapete vermelho está ali para recepcioná-los, mostrando a importância da presença deles. Todos os prédios foram construídos em perspectiva forçada para darem a impressão aos visitantes que são muito maiores do que realmente parecem. As principais atrações desta área são:
      Walt Disney World Railroad: uma típica estação de trem localizada na entrada do parque, em uma plataforma elevada. Os visitantes podem fazer um passeio ao longo do perímetro do parque á bordo de uma locomotiva à vapor, passando pelos harmoniosos bosques, Tom Sawyer Island e outras atrações. Durante o passeio, com cerca de 20 minutos de duração, existem paradas nas áreas de Frontierland e Mickey ToonTown Fair. Os trens param na estação em intervalos de 5 a 7 minutos. Walt Disney era um fanático por ferrovias, não por outro motivo, construiu um trem, o qual batizou de ?Lilly Belle? (em homenagem a sua esposa). Ele acreditava, quando criança, que era o único veículo capaz de nos colocar em contato com as maravilhas que o mundo tinha a oferecer. Posteriormente foram acrescentadas novas locomotivas chamadas ?Walter E. Disney?, ?Roy O. Disney? e ?Roger Broggie? (em homenagem a um funcionário e amigo de Walt Disney tão aficionado por ferrovias quanto Walt). Todas as locomotivas foram construídas em 1928 - coincidentemente - o mesmo ano em que Mickey Mouse foi criado. Os pesquisadores da DISNEY foram buscar essas locomotivas no México onde eram usadas para transportar cana-de-açúcar na península de Yucatán. Elas foram completamente restauradas retornando ao seu esplendor original, incluindo o assobio típico da máquina à vapor.
      Harmony Barber Shop: réplica de uma barbearia antiga, onde diariamente o quarteto ?The Dapper Dans? apresenta-se com muita música e simpatia. Caso o visitante decida cortar o cabelo, tratando-se da primeira vez, será especialmente bem cuidado pelos barbeiros. Os cortes de cabelo para crianças até 12 anos de idade custam US$ 14.00, e para adultos US$ 17.00. Para fazer a barba e o bigode o visitante irá pagar US$ 10.00.
      Main Street Cinema: seis telas de cinema exibem continuamente os personagens DISNEY em salas equipadas com ar-condicionado.
      ? Fantasyland (Terra da Fantasia) - Uma animada área dedicada ao mundo da imaginação, da esperança, do amor e dos sonhos, onde os personagens da DISNEY ganham vida em inúmeras atrações como:
      Cinderella Castle (Castelo da Cinderela): inaugurado 1 de outubro de 1971, após 18 meses de construção, se transformou em símbolo do parque. Com 57.6m de altura e 18 torres, foi projetado inicialmente para ser um local de férias de Walt Disney e sua família, porém nunca foi utilizado para tal finalidade. Desde então, funciona como central telefônica e de segurança do parque, além de abrigar um restaurante, o King Stephan?s Banquet Hall, localizado no segundo andar e uma loja de produtos medievais. O castelo, inspirado no castelo Neuschwanstein do Rei Ludwig II, localizado na Alemanha, foi concebido para resistir até mesmo a furacões, graças a sua estrutura interna de aço, fundação de concreto e parte externa em fibra de vidro. O Castelo da Cinderela é freqüentemente confundido com o Castelo da Bela Adormecida localizado na Disneyland da Califórnia. Contudo as diferenças são gritantes, pois o Castelo da Cinderela é muito mais alto e suas torres mais compridas. Em frente a praça do castelo está localizada uma estátua em tamanho natural de Walt Disney de mãos dados com Mickey Mouse feita pelo artista Blaine Gibsin, falecido em 2006 aos 88 anos, e único artista autorizado a reproduzir a figura de Walt Disney. Segundo estatísticas da Kodak, o Castelo da Cinderela é o ponto turístico mais fotografado do mundo. Apesar disso, não é uma atração.
      It?s a Small World (O pequeno Mundo): um passeio de barco concebido por Walt Disney e que foi apresentado pela primeira vez ao público em uma feira denominada ?New York World's Fair? (1964-1965). Nesta atração os visitantes passeiam lentamente em barco por cenários com mais de 553 bonecos audioanimatrônicos representando crianças de vários países através de roupas características de cada cultura e que entoam a melodia ?It´s a Small World After All?. Em 2005 a atração passou por uma grande reformulação, onde os bonecos receberam novas vestimentas, os cenários foram refeitos, e um novo sistema de iluminação e de som foi instalado.
      Mickey PhilharMagic: um fantástico filme em 3D (três dimensões), dando vida aos desenhos de DISNEY. O teatro possui 486 lugares com um palco fantasticamente decorado em dourado destacando alguns instrumentos musicais em relevo. O pateta apresenta o show e assim que o filme começa o visitante irá ver os mais conhecidos personagens da DISNEY, dentre eles: Ariel, Simba, Peter Pan, Tinker Bell, Aladdin, Jasmine, Iago, Mickey, e Pato Donald.
      Mad Tea Party (Festa do Chá Maluco): atração inspirada em uma das cenas do desenho ?Alice in Wonderland? (1951), onde xícaras giratórias divertem os visitantes.
      Peter Pan´s Flight (Vôo de Peter Pan): uma fantástica aventura até a ?Terra do Nunca?, passando pela cidade de Londres e pelas cenas do desenho ?Peter Pan's Flight? de 1953, que conta a história de um menino que nunca cresce e vive em uma terra entre crianças perdidas, crocodilos e piratas. O barquinho da atração, que comporta 2 ou 3 pessoas, representa uma miniatura de embarcação pirata como a do Capitão Gancho. Logo no início a fadinha ?Tinker Bell? irá lançar um encanto (Magic Dust) para que o visitante possa levantar vôo. A trilha sonora da atração é primorosa.
      Snow White's Scary Adventures (As aventuras da Branca de Neve): um passeio nos carrinhos da mina dos anões pelas aventuras de Branca de Neve.
      The Many Adventures of Winnie the Pooh (As Aventuras do Ursinho Pooh): atração extremamente elaborada, inaugurada em 1998, onde o visitante ingressa em um carrinho que irá conduzi-lo por uma viagem mágica de um livro de histórias até Hundred Acre Wood (Floresta dos 100 Acres) com várias cenas dos desenhos do ursinho Pooh.
      Dumbo The Flying Elephant (Dumbo, o Elefante Voador): atração infantil onde a bordo de um dos 16 Dumbos existentes, que comporta no máximo 2 crianças acompanhadas por um adulto, é possível fazer um delicioso vôo. Uma espécie de joystick controla os movimentos verticais de Dumbo, possibilitando assim que suba e desça à vontade, enquanto gira.
      Cinderella´s Golden Carousel (Carrossel Dourado da Cinderela): um típico carrossel com 90 cavalos, sendo 72 deles fabricados por artesões italianos em 1917 para o Detroit Palace Garden Park e adquiridos pela DISNEY em 1967. Todos os cavalos são brancos, com detalhes entalhados e diferentes uns dos outros. Existem 18 painéis espalhados pela atração contendo cenas do desenho da Cinderela.
      Pooh?s Playful Spot: Playground temático ambientado na Floresta dos 100 Acres e com a turma do ursinho.
      Ariel?s Grotto: atração composta por um playground onde as crianças podem se divertir com fontes interativas que esguicham água, bem como tirar fotos e pedir autógrafos para a Pequena Sereia Ariel.
      ? Adventureland (Terra da Aventura) - Uma terra de destinos exóticos e cheios de aventuras onde os paisagistas da DISNEY buscaram recriar partes da África, Ásia e América do Sul. Sons de elefantes, tambores, pássaros, mais de 500 variedades de plantas e outros animais se misturam a uma exótica arquitetura baseada em locais como Tailândia, Caribe, África e Polinésia. As atrações encontradas nesta área são:
      Pirates of Caribbean (Piratas do Caribe): esta atração, inaugurada em 1973 e uma das mais famosas do parque, surgiu inicialmente na DISNEYLAND da Califórnia em 1967, sendo a última supervisionada - em vida - por Walt Disney. O tema da atração é a cobiça dos piratas e a sua destruição. Consiste em um passeio de barco pelo exótico mundo dos piratas nas Índias Ocidentais com uma riqueza de detalhas impressionante, além de uma trilha sonora sensacional. Entrando na atração o visitante irá deparar com um enorme calabouço, extremamente úmido, com lanternas típicas, até chegar a um porto onde se encontram atracados os barcos. Tão logo embarca, ouvirá uma voz fantasmagórica proclamar, ?dead men tell no stories? (homens mortos não contam estórias). Em seguida o barco é conduzido por uma praia abandonada, onde há algumas pás e um esqueleto. Continuando a seqüência o visitante passará por um local onde é travada uma batalha violenta - os detalhes dos canhões é impressionante, podendo ser notado o efeito das balas de canhão disparadas que caem na água. Os bonecos audioanimatrônicos são extremamente bem elaborados e com uma riqueza de detalhes que impressiona. No ano de 2006, em virtude do sucesso dos filmes estrelados por Johnny Deep (Captain Jack Sparrow), os personagens foram incorporados a atração com tecnologia de última geração e novos efeitos visuais.
      Jungle Cruise (Cruzeiro pela Selva): cruzeiro de barco por selvas (desde a Floresta Amazônica até os rios Congo e Nilo na África) habitadas por elefantes, jacarés, rinocerontes e outros animais mecanizados. Os guias que conduzem o barco disparam tiros visando dar a impressão que estão salvando os passageiros dos perigos da selva. Ao longo do passeio é possível ver o ?Old Smile?, um crocodilo que está sempre aguardando por ?um pé fora do barco?, como dizem os guias. Existem 16 barcos na atração, cada um batizado com um nome diferente (que se presume tratar de uma homenagem aos primeiros funcionários que operaram a atração quando da sua inauguração): Amazon Annie, Bomokandi Bertha, Congo Connie, Ganges Gertie, Irrawaddy Irma, Kwango Kate, Mongala Millie, Nile Nellie, Orinoco Ida, Rutshuru Ruby, Sankuru Sadie, Senegal Sal, Ucayali Lolly, Volta Val, Wamba Wanda e Zambezi Zelda.
      Swiss Family Robinson Treehouse (Árvore da Família Robinson Crusoé): baseada no romance de Johann Wyss sobre as aventuras de uma família naufragada a caminho da América, nesta atração o visitante poderá explorar uma casa construída em uma enorme árvore, com tronco de 4 metros de espessura e 27 metros de copa, feita de concreto, contendo 600 galhos e 800.000 folhas de vinil pintadas manualmente. Durante o passeio, com cerca de 10 minutos de duração, é possível ver as dependências da casa da família Robinson, mobiliada com colchas feitas de retalhos, redes, móveis de mogno e muito mais.
      The Magic Carpets of Aladdin (Os Tapetes Mágicos de Aladim): atração baseada no desenho ?Aladdin?, sendo composta por 16 tapetes, que comportam 4 passageiros cada um e que representam tapetes mágicos que estão ligados ao centro por uma gigantesca lâmpada mágica, sendo controlados pelos passageiros, que podem subir e descer, fazendo-os voar pela cidade mística de Agrabah. No trajeto existem ainda camelos que espirram água nos passageiros.
      The Enchanted Tiki Room (A Sala Encantada de Tiki): show apresentado pelos pássaros ?Iago? (personagem do filme Aladdin) e ?Zazu? (personagem do filme Lion King). O anfitrião do pré-show é um tucano animatrônico chamado ?Claude Birdbrain? que faz alguns gracejos para a platéia. Após a sua reestruturação em 1998 o show passou a contar com 314 bonecos audioanimatrônicos, entre pássaros, flores e estátuas, que entoam para o público a ?Serenata Tropical?. Apesar de não ser muito popular, essa atração será mantida eternamente como uma homenagem, pois esses pássaros foram os primeiros audioanomatrônicos desenvolvidos por Wal Disney em 1963.
      ? Frontierland (Terra da Fronteira) ? Esta área é uma reprodução fiel de uma cidade selvagem do Velho Oeste Americano onde todos os funcionários estão perfeitamente caracterizados com vestimentas de couro e chapéus de vaqueiro. A área está localizada ao longo de um canal denominado ?The Rivers of America? (lago que homenageia os rios Mississippi e Missouri), sendo possível desfrutar de uma paisagem montanhosa, com cactus, fortes, salões de tiro, cabanas rústicas, passagens de madeira e estabelecimentos com sua pintura gasta pelo tempo dando a impressão de pouca manutenção. As atrações da área são:
      Big Thunder Montaiun Railroad (Ferrovia da Montanha do Grande Trovão): uma divertida e emocionante montanha-russa, inaugurada em 1980, que imita um trenzinho correndo solto pelos caminhos de uma velha mina com curvas e mergulhos rápidos, ao longo de cavernas, montanhas e réplicas de avalanches. A atração conta ainda com mais 20 bonecos audioanimatrônicos, incluindo burros, galinhas, uma cabra, e um mineiro. Foram gastos US$ 300.000 somente com a aquisição de equipamentos de mineração genuínos para a decoração da atração. A Big Thunder Mountain Railroad é baseada no ?Monument Valley?, em Utah, estado do Arizona, e graças a 650 toneladas de aço, 4.675 toneladas de cimento, e 16.000 galões de tinta, muito se assemelha com a verdadeira.
      Splash Mountain (Montanha Molhada): uma montanha-russa, inaugurada em 1992, baseada no desenho de Walt Disney denominado ?Song of the South? (A Canção do Sul de 1946), com destaque para os bonecos animatrônicos do risonho coelho Brer (Brer Rabbit), o urso (Brer Bear) e a raposa (Brer Fox), bem como a famosa e íngreme queda d'água chamada Chickapin Hill, com altura de 20 metros e inclinação de 45 graus onde o barco atinge a velocidade de 70km/h. A história narrada é a de que o esperto está sendo perseguido pelo urso e pela raposa, e o visitante acompanha o seu desenrolar enquanto passeia num barco ao longo de uma maravilhosa jornada que dura aproximadamente 11 minutos. Após a queda o barco passará novamente por dentro da atração e o visitante verá um mundo mágico com bonecos audioanimatrônicos entoando as canções ?How Do You Do?, ?Everybody´s Got a Laughin´ Place? e a inesquecível ?Zip-a-Dee-Doo-Dah?. A água que é lançada nos visitantes que observam a queda da atração não é proveniente realmente do impacto da queda do bote na água, mas sim de canhões de água propositalmente instalados.
      Country Bear Jamboree: um espetáculo apresentado por 20 ursos audioanimatrônicos em tamanho natural que cantam e tocam músicas nos estilos country e rock'n'roll, além de contarem várias piadas. Inaugurada em 1971 foram utilizadas mais de 9 toneladas de argila para confeccionar os ursos cantores. A perfeição da atração é tanta que o urso Henry tem capacidade para efetuar 24 movimentos por segundo.
      The Diamond Horseshoe Saloon: apresentação de vários espetáculos, com muita música e dança.
      Frontierland Shootin´ Árcade: uma atração onde o visitante pode testar sua pontaria com uma genuína Hawkins calibre 54 devidamente adaptada para a brincadeira.
      Tom Sawyer Island and Fort Langhorn (Ilha do Tom Sawyer): uma ilha, somente acessível através de uma balsa, inspirada na obra de Mark Twain, cuja filosofia tanto fascinou e influenciou Walt Disney na sua infância. Ao desembarcar o visitante terá acesso a uma grande área de lazer com cavernas para serem exploradas, passagens secretas, pontes de madeira ou feita de barris, uma mina de ouro e até mesmo um forte, denominado de ?Fort Langhorn?.
      ? Liberty Square (Praça da Liberdade) - Uma área que representa as tradições da história dos Estados Unidos. Compondo a impecável decoração da área, além dos prédios em estilo colonial, é possível encontrar um enorme carvalho com 135 anos e pesando 38 toneladas, denominado de Liberty Tree. Essa árvore foi encontrada por Walt Disney em sua propriedade e transferida para o Magic Kingdom. Os galhos da árvore são ornamentados com 13 lanternas que representam as 13 colônias americanas originais, antes da Guerra da Independência. Ao lado da árvore está localizado o Liberty Bell (Sino da Liberdade), réplica realista e perfeita, em tamanho natural, do original que se encontra na Filadélfia, no Independence Hall. As atrações da área são:
      Haunted Mansion: a atração, inaugurada em 1971 e também conhecida como Mansão Mal-Assombrada, é uma das mais populares do parque, fama que se mantém intacta desde a sua inauguração. Para chegar à mansão, habitada por 999 fantasmas e assombrações, é preciso atravessar um lindo portão e enquanto aguarda na fila o visitante pode observar um cemitério onde existem inúmeras lápides com inscrições dos nomes de Imagineers. O nível dos efeitos especiais utilizados na atração é surpreendente. Os DISNEY Imagineers conseguiram criar um ambiente tenebroso que envolve o visitante com muito bom humor. A fachada da mansão é bastante misteriosa e assim que termina a fila o visitante se depara com um mordomo que o conduz até uma ante-sala. Enquanto aguarda para ingressar na atração é possível notar o som de um órgão sombrio sendo tocado ao fundo e a voz de um fantasma que diz: ?Welcome, foolish mortals, to the Haunted Mansion! I am your host, your ghost host. Kindly step all the way in please and make room for everyone. There's no turning back now.? (Bem vindos tolos mortais a Mansão Mal-Assombrada. Eu sou o seu anfitrião, o seu anfitrião fantasma. Acomodem-se para que caibam todos na sala. Agora não há mais retorno). Após a apresentação as portas se abrem e os visitantes são conduzidos a uma sala com vários quadros que vão lentamente sendo revelados, causando a nítida impressão que o chão da sala está se movendo. Depois o visitante é levado por um imenso corredor até os carrinhos que o conduzirão ao longo dos demais cômodos da mansão. Existem ao todo 131 carrinhos (denominados ?Doom Buggies?). É possível enxergar de qualquer um dos cômodos da mansão o Salão de Baile que graças aos seus fantásticos efeitos de iluminação simulam inúmeros fantasmas participando de uma festa, onde alguns dançam e outros conversam sentados em uma enorme mesa. Já quase no término da atração o visitante se depara com inúmeros fantasmas pedindo carona e assim que olha para um enorme espelho vê que existe um fantasma ao seu lado no carrinho. As teias de aranha utilizadas na decoração é resultado de um líquido processado secretamente, enquanto a poeira não passa de um pó de mágica esterelizado. Próximo ao horário de fechamento do parque o visitante poderá ouvir trovões e ver clarões provenientes da atração.
      The Hall Of Presidents (Galeria dos Presidentes): atração que presta um tributo a Constituição dos Estados Unidos da América do Norte através de um filme e bonecos audioanimatrônicos que representam os 42 presidentes do país. Mais de 600 livros, 300 revistas e 5 mil fotografias foram utilizados para reproduzir os ex-presidentes, réplicas perfeitas dos originais. Sempre que um novo presidente assume o cargo a narração da atração é substituída. Assim, atualmente é George W. Bush, que ao lado de Abraham Lincoln (voz do ator Royal Dano) apresentam a atração.
      Liberty Square Riverboat: uma enorme balsa à vapor denominada ?Liberty Belle? transporta os visitantes através de um passeio pelos rios Mississippi e Misouri (Rivers of America), bem como até a atração Tom Sawyer Island and Fort Langhorn.
      ? Mickey's Toontown Fair (Cidade do Mickey) - Área temática, inaugurada em 1989, em homenagem ao ratinho Mickey que tornou o sonho de Walt Disney realidade, com inúmeras atrações como:
      Toontown Hall of Fame: uma loja que além de comercializar uma enorme quantidade de produtos DISNEY, também possibilita encontrar personagens como Pooh, Tigrão, Minnie, Pateta, Pluto, Donald e Margarida.
      Mickey´s Country House: um passeio pela casa do Mickey com direito a conhecer a casinha do fiel amigo Pluto; o jardim; a lareira da sala; um rádio (que transmite uma partida do seu time de futebol americano predileto o Duckburg University); o quarto com todas as suas roupas devidamente arrumadas, luvas, sapatinhos e outros pertences; a sala de jogos com muitos equipamentos esportivos como uma mesa de ping-pong e um jogo de tacos de golfe; a cozinha, a horta com a plantação de tomates e abóboras e a garagem repleta de equipamentos e ferramentas.
      Minnie´s Country House: um passeio pela casa da Minnie, decorada com corações e flores, tudo na cor rosa, com direito a conhecer a cozinha repleta de utensílios e com geladeira e microondas interativos; o escritório; o jardim; e o gazebo extremamente romântico.
      Donald´s Boat: um playground interativo que representa o navio do Pato Donald chamado Miss Daisy onde fontes esguicham águas e as crianças podem brincar e se divertir.
      The Barnstormer of Goofy´s Wiseacres Farm (inaugurada em 1996): atração que simula um avião sobrevoando uma plantação de milho. Trata-se na verdade de uma pequena montanha-russa, sendo que o piloto do avião - é nada mais nada menos - do que o atrapalhado Pateta (Goofy).
      ? Tomorrowland (Terra do Amanhã) - Área dedicada ao futuro da humanidade com diversas atrações como:
      Space Mountain (Montanha Espacial): uma montanha-russa no escuro, inaugurada em 1975, onde os visitantes são convidados a fazer uma viagem espacial, onde cada um dos foguetes (carrinhos) desenvolve uma velocidade de até 45 km/h.
      Carousel Of Progress (Carrossel do Progresso): originalmente apresentada por Walt Disney na World's Fair in New York (1964-1965), esta atração, patrocinada pela General Electric, é basicamente uma viagem no tempo, onde o visitante ingressa em um teatro giratório, que contém muitos cenários retratando o impacto de progresso tecnológico na vida diária dos americanos, mostrando invenções antigas e atuais. A cada década são retratadas inovações tecnológicas que foram surgindo. Antes de ingressar no teatro o visitante assistirá um vídeo no qual o próprio Walt Disney mostra como foi criada a canção tema da atração chamada There´s a Great Big Beautiful Tomorrow.
      Stitch's Great Escape! (A Grande Fuga de Stitch): a atração, inaugurada em 2004, mostra o ?endiabrado? Stitch á solto e precisando ser capturado, razão pela qual, os visitantes são convidados a participarem desta aventura. Os bonecos audioanimatrônicos utilizados são bastante avançados.
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      Astro Orbiter: atração onde o visitante embarca em foguetes que irão conduzi-lo ao espaço, rodando em círculos ao longo de uma enorme estrutura que representa os planetas do nosso sistema solar. Um controle localizado na nave pode ser utilizado para subir e descer verticalmente.
      Tomorrowland Indy Speedway: uma agradável atração que simula uma corrida de automóveis onde os visitantes irão pilotar réplicas de carros de corrida (Corvette) que atingem até 12 km/h, através de 4 pistas que se estendem ao longo da atração. Enquanto aguarda para ingressar no carrinho o visitante apreciará várias fotos sobre a história das corridas de Indianápolis.
      Tomorrowland Transit Authority: passeio, através de uma pista de 1.6km, em um veículo, que utiliza motor eletromagnético de indução linear e que consome pouquíssima energia sem emitir nenhum poluente, ao longo de Tomorrowland, passando pelas atrações Buzz Lightyear´s Space Ranger Spin, Astro Orbiter e Space Mountain. Este sistema, desenvolvido pela equipe da Imagineers da DISNEY, foi aprovado e instalado no aeroporto de Houston no Texas, para transportar passageiros.
      Buzz Lightyear´s Space Ranger Spin (inaugurada em 1998): atração interativa baseada em um dos mais queridos heróis dos desenhos da DISNEY - Buzz Lightyear, do filme Toy Story, onde os visitantes embarcam em carrinhos, equipado com uma pistola de raios que deverá ser disparada em objetos que vão surgindo ao longo do trajeto, auxiliando assim o personagem em sua jornada contra o imperador Zurg.
      Monsters, Inc. Laugh Floor (inaugurada em 2007): atração interativa com os personagens do filme Monsters Inc. (Monstros S.A.) apresentada pelo famoso Mike Wazowski e pela personagem Roz. Antes da atração principal os visitantes assistem a um filme onde são instruídos sobre a possibilidade de enviarem mensagens de texto com sugestões de piadas, graças a uma nova tecnologia desenvolvida pelos imagineiros da DISNEY, tendo como objetivo criar uma maior interatividade do público com a atração. No teatro, com capacidade para 400 pessoas, os visitantes assistirão a um show interativo - ambientado em um clube noturno - onde Mike irá apresentar novos comediantes que terão o objetivo de entreter a platéia com as suas improvisações e assim coletar o maior número possível de risadas que servirão de fonte de energia para Monstrópolis. Existem ainda várias câmeras instaladas no teatro que são utilizadas durante o show para focalizar - aleatoriamente - pessoas da platéia e fazer algumas piadas a respeito, bem como perguntas, cujas respostas serão utilizadas pelos comediantes. Desta forma, os visitantes terão uma experiência única toda vez que participarem da atração.
      ? Paradas e shows
      Os famosos espetáculos noturnos do parque se tornaram uma das marcas mais fortes do Magic Kingdom. Começou com ?Fantasy in the Sky? que estreou em 1976, e teve prosseguimento com o espetáculo ?Wishes?, show que teve início em 9 de outubro de 2003 como parte da comemoração ?The Happiest Celebration on Earth?. Este espetáculo musical deslumbrante que conta uma história sobre como tornar nossos sonhos realidade, apresentada pelo Grilo Falante, é o maior e mais brilhante show pirotécnico já apresentado pelo parque. Diariamente são realizadas duas paradas dentro do parque: Disney Dreams Come True Parade (uma maravilhosa parada que ocorre sempre as 15:00 horas entre Town Square e Frontierland onde personagens desfilam em fantásticos carros alegóricos ao som das músicas da DISNEY) e SpectroMagic (uma parada noturna, introduzida em 1 de outubro de 1991, talvez a mais famosa da DISNEY, com vários carros, equipados com mais de 600.000 lâmpadas e cabos de fibra óptica, que desfilam com inúmeros personagens ao som de uma trilha sonora excepcional). Os festivais sazonais do Magic Kingdom são: Grad Nite, na primavera (abril a junho), com shows musicais de artistas populares durantes várias noites; Night of Joy, em setembro, quando importantes artistas de música apresentam-se em diversos cenários do parque; Mickey's Not-So-Scary Halloween Party, em outubro, uma festa de Halloween comandada por Mickey e sua turma e Mickey's Very Merry Christmas Party, em dezembro, quando os personagens da Disney fazem desfiles noturnos com Papai Noel para celebrar o Natal.
      Curiosidades:
      a)
      No subterrâneo do Magic Kingdom (Reino Mágico) existem inúmeros túneis chamados ?Utilidoors?, usados pelos Cast Members (como são chamados os funcionários do parque) para se deslocarem, limparem e reabastecerem o parque. Na realidade esses túneis não foram construídos debaixo da terra, mas sim na superfície. Contudo, pelo fato do parque ter sido edificado sobre eles se tem a nítida impressão de que são subterrâneos.
      b) Todo o lixo do parque é transportado por um sistema denominado ?AVAC? que locomove os detritos até a central de processamento utilizando gás comprimido a uma velocidade de quase 100 km/h. Posteriormente todo o lixo é processado e reciclado.
      c) Desde sua inauguração já foram plantadas mais de 100 mil árvores. Uma equipe de 600 pessoas que trabalham no setor de jardinagem plantam anualmente mais de 3 milhões de plantas e flores, além de manter mais de 2 milhões de arbustos, 13 mil rosas e 200 jardins. São necessários 3.2 mil quilômetros de tubulação para regar os 3.5 mil acres que formam as paisagens naturais da DISNEY.
      d) Todos os dias, a seção de Achados e Perdidos recebe cerca de 100 pares de óculos de sol, somente no Magic Kingdom. Estima-se que, desde 1971, 1,5 milhões de pares de óculos tenha sido esquecido. Até olho de vidro já foi encontrado - e recuperado por seu dono.
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      EPCOT
      A história deste parque teve início em 1966, quando Walt Disney revelou o seu sonho de construir o protótipo da comunidade do futuro (EPCOT - Experimental Prototype Community of Tomorrow) ou em português Protótipo Experimental da Comunidade do Amanhã. Uma cidade que usaria toda a tecnologia disponível no momento e as que estivessem sendo pesquisadas nos centros criativos da indústria mundial. Um parque fantástico que, como bem disse Walt Disney ?jamais ficará desatualizado, pois estará sempre em constante evolução?. Infelizmente, Walt Disney não viveu o bastante para ver seu grande sonho realizado. O parque, foi inaugurado em 1º de outubro de 1982, com o nome de EPCOT CENTER. A palavra ?Center?, retirada do nome em 1995, era em virtude da localização central do parque no complexo. O EPCOT CENTER abria as portas como o segundo grande parque do complexo, depois de três anos de construção e um custo de US$ 1.4 bilhões. O primeiro show com fogos de artifícios, uma marca registrada do parque, chamado Carnival de Lumiere, aconteceu somente no dia 23. O atual show Illuminations - Reflections of Earth, apresentado pela primeira vez em 1999, acontece todas as noites em volta da lagoa central do parque, denominada World Showcase Lagoon. São gastos US$ 35.000 com fogos de artifício a cada noite com o show. O parque recebeu nada menos que 10.500.000 visitantes em 2006.
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      -
      Atualmente o parque é dividido em duas grandes áreas:
      ? Future World (Mundo do Futuro) - É o mundo das novas idéias, da ciência e da tecnologia. São onze atrações, como:
      The Land: atração que explora o futuro dos alimentos (patrocinada pela Nestlé) que fica localizada no maior pavilhão do parque. O visitante poderá desfrutar das atrações Living with the Land (um passeio de barco através de uma floresta tropical, um deserto, pradarias, passando por estufas experimentais que demonstram como poderão ser cultivados os alimentos no futuro, possivelmente na vertical para economizar espaço; inúmeros tanques de reprodução de tilápias, pacus, piranhas, camarões, além de culturas de tomates, pimenta e abóboras com formato da cara do Mickey) e The Circle of Life (um filme educacional a respeito do meio ambiente apresentado pelas estrelas do desenho The Lion King).
      Universe of Energy (inaugurada em 1982): pavilhão sobre as formas de energia, buscando despertar o interesse dos visitantes a respeito das mais variadas fontes de energia existentes no nosso planeta. A aventura começa com um filme denominado Ellen's Energy Adventure, apresentado pela popular comediante Ellen Degeneres, que interpreta o papel de Ellen, uma mulher que sonha estar participando do programa Jeopardy! e precisa obter conhecimento a respeito de inúmeros tópicos relacionados ao tema energia. Os desafiantes de Ellen são a Dra. Judy Peterson (representada pela atriz Jamie Lee Curtis) e o Dr. Albert Einstein. Assim, necessitando de maiores informações, Ellen recorre ao seu vizinho, o famoso cientista Bill Nye, the Science Guy, que vem ao seu auxílio conduzindo nossa anfitriã e toda a platéia numa história interativa sobre o universo da energia. O pavilhão contém milhares de painéis solares que suprem parte da energia necessária para o funcionamento da atração.
      The Living Seas (inaugurada em 1986): um enorme pavilhão que faz uma viagem ao fundo do mar em um aquário com mais de 25 milhões de litros de água salgada, considerado o maior do mundo. As outras atrações do pavilhão são Turtle Talk with Crush (uma atração impressionante criada graças aos recursos tecnológicos de última geração utilizados pelos imagineiros da DISNEY que permitiram a criação de um show - animação computadorizada em 3D e em tempo-real - onde o personagem Crush do desenho Procurando Nemo interage com o público, comunicando-se diretamente com a sua platéia), Bruce's Shark World (uma atração onde os visitantes podem tirar lindas fotos com Bruce - o tubarão que também participa do desenho Procurando Nemo), The Seas with Nemo & Friends (uma aventura no fundo do mar por meio do carrinho denominado clam-mobile, uma espécie de mariscomóvel, a procura de Nemo, encontrando no caminho vários os personagens do filme como Doris, Marlin e Bruce. O show é apresentado em um aquário gigantesco que expõe mais de 65 espécies da vida marinha, que graças a tecnologia da DISNEY foi possível reproduzir personagens de desenho animado em um aquário real), e Coral Reef Restaurant (um restaurante que apresenta um cardápio variado e vista espetacular para um aquário - recife de corais - contendo mais de 85 espécies de peixes tropicais).
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      Wonders of Life (inaugurada em 1989): pavilhão, que funciona somente em determinadas época do ano, onde é possível avistar uma enorme estrutura representando uma cadeia de DNA. As atrações contidas dentro do pavilhão com total enfoque a saúde são Body Wars (um simulador que conduz os visitantes por uma viagem pelo interior do corpo humano), Cranium Command (atração que ensina um pouco sobre o funcionamento do cérebro), The Making of Me (filme que retrata o respeito do desenvolvimento humano, desde a sua concepção), e Fitness Fairground (playground educacional que ensina adultos e crianças a manterem uma boa saúde, através das atrações: Frontiers of Medicine, as mais novas descobertas atinentes a medicina e saúde; Sensory Funhouse, atração interativa onde o visitante pode testar seus sentidos; Coaches Corner, dicas dos principais atletas do golfe, tênis e baseball; Goofy about Health, filme de animação onde o Pateta ensina hábitos saudáveis; Met Lifestyle Revue, onde os visitantes respondem a inúmeras questões formuladas pelo computador a respeito do seu trabalho, exercícios que pratica, dentre outras perguntas atinentes a seus hábitos diários, possibilitando ao programa classificá-lo com relação ao seu estilo de vida; Anacomical Players, onde atores e comediantes improvisam uma performance relativa ao corpo humano e finalmente Wondercycles, onde se pode exercitar em bicicletas ergométricas equipadas com telas de vídeo).
      Spaceship Earth (Espaçonave da Terra): atração (inaugurada em 1982) localizada no interior da grande esfera prateada, símbolo do EPCOT, que oferece uma viagem da evolução da comunicação através do tempo mostrando homens das cavernas pintando paredes, escriturários egípcios, centuriões romanos, estudiosos islâmicos, monges beneditinos que copiam manuscritos antigos à mão para preservar a sabedoria do passado, Michelângelo pintando a Capela de Sistina, Gutenberg e a sua prensa gráfica, o surgimento do telégrafo, do rádio, da televisão e do computador. A atual narração da atração foi gravada pelo famoso ator Jeremy Irons. Antes de 1995 era Walter Cronkite o narrador. O centro visual e temático do EPCOT, pesa 6.200 toneladas, tem 49 metros de diâmetro e 54 de altura, e é composto de 11.324 painéis triangulares de alumínio e liga plástica. Outra curiosidade: a chuva não desliza sobre a esfera, toda água é absorvida até o centro e canalizada para seu exterior. A atração é patrocinada atualmente pela Siemens. Ao lado da atração está localizado o Leave a Legacy, um grande jardim, inaugurado durante as comemorações da Millenium Celebration, que contém 35 placas esculpidas e polidas em granito, gravadas com imagens de visitantes que vieram ao Epcot durante as festividades da virada do milênio, e que hoje podem ser vistas por todos os visitantes do parque.
      Journey Into Imagination with Figment (inaugurada em 1998): atração patrocinada pela Kodak, fica localizada no Imagination Pavilion (Pavilhão da Imaginação). O anfitrião da atração é o famoso dinossauro Figment que convida os visitantes para a reinauguração da sua casa, uma aventura divertida pelo mundo da imaginação explorando todos os seus sentidos.
      Honey, I Shrunk The Audience (inaugurada em 1994): localizada no Imagination Pavillion, esta atração é um fantástico filme em 3-D, cujo enredo se baseia na história de Rick Moranis (interpretando o papel do Dr. Wayne Szalinski) que está prestes a receber o Prêmio de Inventor de Ano do Imagination Institute. Contudo, durante a apresentação da sua invenção, ocorre um terrível imprevisto e a pl

Comentario:

BRANDS EVOLUTION 5

URL:http://mundodasmarcas.blogspot.com/2008/01/brands-evolution-5.html

      Nesta seção do Blog estarei trazendo constantemente a evolução visual de algumas marcas. Tendências, personalidade, criatividade, conceito, tipologias e os mais variados recursos para embarcarmos em uma verdadeira viagem visual. Recentemente grandes marcas passaram por grandes reformulações visuais como podemos acompanhar nas imagens abaixo.
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Comentario:

UNCLE BEN'S

URL:http://mundodasmarcas.blogspot.com/2008/01/uncle-bens.html

      Hoje em dia cerca de 5 bilhões de habitantes do planeta consomem arroz. Para milhares, prepará-lo é uma tarefa penosa e o resultado final, em muitos casos, é desastroso. Arroz saboroso, soltinho e vistoso é para quem realmente sabe cozinhar. Isto até não conhecer a marca UNCLE BEN?S, que apresentou ao mundo uma maneira de preparar arroz de forma fácil, rápida e com resultado apetitoso.
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      A história
      O surgimento da marca UNCLE BEN?S começou com a empresa Converted Rice Inc., que durante a Segunda Guerra Mundial era fornecedora de arroz para as tropas do exército americano. Terminado o conflito, Gordon Harwell, presidente e proprietário da empresa, estava jantando com seu sócio em um restaurante de Chicago, quando lhe ocorreu a idéia de introduzir seu arroz para o consumidor comum. Foi então, que lembraram da história de um fazendeiro negro, chamado ?Tio Ben? (Uncle Ben), bastante conhecido pelos donos de moinhos da cidade de Houston no Texas, por sempre produzir o arroz de melhor qualidade. Seu arroz era uma referência na região. Como não havia nenhuma fotografia do tal fazendeiro, Gordon resolveu pedir que o maître do restaurante, Frank Brown, vestido com a tradicional gravata borboleta, posasse para a foto que iria aparecer nas embalagens e no logotipo do arroz UNCLE BEN?S. ao somente o nome foi registrado como marca, como também o termo ?Converted? (convertido). Com tudo pronto, o arroz foi lançado no mercado americano no ano de 1946 com o nome de UNCLE BEN?S CONVERTED LONG GRAIN WHITE RICE. O arroz era parboilizado e polido. A palavra ?parboilizado? deriva da expressão inglesa ?parboiled?, dando idéia de cozimento parcial que ocorre no processo industrial. O processo de parboilização, inventado pelo químico de alimentos inglês Eric Huzenlaub na década de 30, baseia-se no tratamento hidrotérmico a que é submetido o arroz em casca, pela ação tão somente da água e do calor, seguido de gelatinização parcial ou total do amido e secagem, cujo objetivo é fazer com que os nutrientes ? vitaminas e sais minerais - presentes na casca, migrem para o interior do grão. O lançamento foi apoiado por campanhas comerciais veiculadas em revistas como a tradicional TIME que destacavam a praticidade do produto com o slogan ?Cooks up perfect every time?. O sucesso foi imediato, pois as donas de casa adoraram um arroz de qualidade incomparável, com grãos longos e uniformes, que não precisa ser escolhido, lavado, ou fritado, e ficava pronto rapidamente com facilidade. Em apenas seis anos o arroz UNCLE BEN?S se tornou líder do mercado americano. Logo depois foi introduzido no mercado inglês, francês e austríaco. Não demorou muito para UNCLE BEN?S chamar a atenção da Mars, que adquiriu a marca, que tornou-se uma subsidiária da empresa americana em 1964. Em menos de uma década a vendas romperam a barreira de US$ 100 milhões. Com a expansão do mercado e a lata demanda, em 1977, foi inaugurada uma nova fábrica em Greenville, estado do Mississippi. Nas décadas seguintes lançou uma grande quantidade de novos produtos como arroz em saquinhos, risotos prontos, arroz instantâneo e arroz para microondas, que se tornaram um enorme sucesso, fazendo com que a marca fosse uma das mais rentáveis para a empresa Mars, proprietária de marcas como Whiskas, M&M?s, Pedigree, entre outras.
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      A linha do tempo
      1952
      ? Lançamento do UNCLE BEN?S Read Rice, um arroz de fácil e rápido preparo.
      1961
      ? Lançamento do UNCLE BEN?S Long Grain & Wild Rice Original Recipe, uma espécie conhecida como arroz selvagem.
      1972
      ? Lançamento do UNCLE BEN?S Select Brown Rice, conhecido popularmente como arroz integral.
      1987
      ? As inovações continuam com o lançamento da linha UNCLE BEN?S Country Inn em 8 deliciosas variações como Broccoli Rice (com brócolis), Chicken (com Frango), Chicken & Vegetable (frango com vegetais), Mexican Fiesta (com pimenta, pimentão, alho e cebola), Chicken & broccoli (frango com brócolis), entre outas.
      1988
      ? Lançamento do UNCLE BEN?S Boil in the Bag, o tradicional arroz embalado em saquinhos de práticas porções, tornando o preparo mais fácil e rápido.
      1994
      ? Ocorre a primeira extensão da marca UNCLE BEN?S com o lançamento da Hearty Soup (linha de sopas prontas no sabor Broccoli Cheese & Rice Soup) e Rice Puddings (arroz doce com um toque de canela).
      1997
      ? Lançamento do arroz fortificado com Cálcio, vitaminas e outros minerais.
      1998
      ? Introdução da linha UNCLE BEN?S FLAVORFUL RICE em cinco diferentes temperos como Garlic & Butter (alho e manteiga), Chicken & Herb (frango e ervas), Roasted Chicken (frango assado), Parmesan & Butter (queijo parmesão e manteiga) e Four Cheese (quatro queijos).
      2000
      ? Lançamento do UNCLE BEN?S Frozen Bowls Rice, um arroz que passa pelo processo de congelamento.
      2004
      ? Lançamento do UNCLE BEN?S READY RICE, uma linha de preparo rápido que fica pronto em apenas 90 segundos para ser utilizada no microondas. Atualmente a linha é composta por 12 variedades como Original; Creme Quatro Queijos (Creammy Four Cheese); Frango Assado (Roasted Chicken); Tomate, Ervas e Pimenta (Spanish Style); Tempero Oriental (Teriyaki); Vegetais (Garden Vegetable); entre outros.
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      A mudança de imagem
      Ao longo dos anos a marca UNCLE BEN?S sempre foi severamente criticada e atacada por organizações e pessoas devido ao uso da imagem, em seu logotipo, de uma figura afro-americana com jeito serviçal. As críticas pesadas desencadearam uma enorme campanha publicitária para mudar esta imagem lançada em março de 2007. O Tio Ben (Uncle Ben), figura onipresente no logotipo da marca, foi promovido a Chairman (cargo executivo mais alto de uma corporação), como tentativa de desvincular a imagem de serviçal que o personagem passou durantes mais de 60 anos. A mudança de posicionamento pode ser vista na página oficial do produto na Internet, onde um escritório opulento, ricamente decorado e digno dos maiores executivos do mundo, faz com que o internauta explore todos os aspectos da empresa chefiada agora pelo Tio Ben.
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      Os slogans
      Ben knows best.
      UNCLE BEN?S. Perfect Every Time.
      Cooks up perfect every time.
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      Os dados
      ? Origem: Estados Unidos
      ? Lançamento: 1946
      ? Criador: Converted Rice, Inc.
      ? Sede mundial:
      Houston, Texas
      ? Proprietário da marca: Mars, Incorporated
      ? Capital aberto:
      Não
      ? Chairman:
      John Mars
      ? Presidente:
      Paul Michaels
      ? Faturamento: US$ 1.3 bilhões (2006)
      ? Presença global:
      130 países
      ? Presença no Brasil: Sim
      ? Maiores mercados: Estados Unidos, Grã Bretanha e França
      ? Funcionários: 750
      ? Segmento:
      Alimentação
      ? Principais produtos: Arroz e derivados
      ? Ícones: O ?tio Ben? de seu logotipo
      ? Slogan: Ben knows best.
      ? Website:
      www.unclebens.com
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      A marca no mundo
      Atualmente a marca UNCLE BEN?S, que pertence a gigante americana Mars, está presente em mais de 130 países com uma linha de produtos que vai desde o tradicional arroz até molhos e risotos. A empresa tem fábricas espalhadas pela Austrália, Alemanha, Inglaterra, Holanda e Bélgica, além de sua enorme fábrica principal no estado do Texas. A marca UNCLE BEN?S é líder absoluta do mercado americano.
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      As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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      Última atualização em 10/1/2008

Comentario:

POLICE

URL:http://mundodasmarcas.blogspot.com/2007/12/police.html

      Celebridades com personalidade, valor acessível, estilo marcante e fácil e uma história genial. Com esses ingredientes misturados na dose exata, a marca de óculos POLICE conquistou ?um lugar ao sol? do universo das grifes de luxo.
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      A história
      A marca nasceu das idéias do representante comercial italiano Bruno Palmegiani no começo da década de 80. Na Itália, houve muitos fenômenos de sucesso, como um modelo Ray-Ban em um momento, depois um mais esportivo da Lozza, depois um da Persol. A questão é que, terminada a febre daquela peça, a marca saía de evidência. Como representante comercial, começou a observar os locais em Roma capazes de lançar moda e pensou em um produto que se vendesse por si só, sem precisar das ópticas. Na época, em 1983, a De Rigo, uma empresa fundada em 1978 por Ennio De Rigo para produzir óculos e lentes de contato para outras empresas sob licença, ainda estava começando e não tinha nada a perder, ou seja, tudo a ganhar. Resolveu então introduzir no mercado uma marca própria. A POLICE foi lançada através de uma coleção de óculos com um belíssimo outdoor publicitário, que era novidade até então, e que mostrava um casal em um Cadillac, com a ponte do Brooklyn de Nova Iorque ao fundo. A idéia era vender o sonho americano, o que os jovens buscavam, conversar com eles por meio dos filmes e das músicas que ouviam. A grife teve seu nome inspirado nos óculos escuros de estilo esportivo usados então pelos policiais norte-americanos.
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      Com a vantagem de estar no país que é a Meca da produção de óculos, o momento escolhido por Palmegiani e a De Rigo também não poderia ser melhor. O início da década de 80 foi decisivo na passagem dos óculos de itens corretivos para acessórios de moda que expressavam a personalidade de quem os usava. E se isso ajudou a POLICE a existir, o inverso também é puramente verdadeiro: a POLICE é responsável por contribuir para transformar os óculos em itens essenciais para compor um estilo e acessíveis ao público em geral. Nos anos 90, um modelo de lentes espelhadas azuis a transformou num fenômeno de vendas. Sucesso que anos mais tarde, em 1997, foi estendido ao universo das fragrâncias, dos relógios (2003), da joalheria (2004) e mais recentemente dos artigos em couro (2007). Atualmente a POLICE atingiu horizontes que nenhuma marca nascida para os óculos atingiu até então: o status de franquia de moda e conceito, espalhado para perfumes, relógios e acessórios de couro.
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      A comunicação
      Grife que desde os anos 80 tem contribuído para a transformação dos óculos de meros aparelhos corretivos para acessórios indispensáveis no mundo da moda, a POLICE hoje é caracterizada por seu estilo de apelo metropolitano e design cosmopolita. É uma linha unissex de óculos solares e armações de receituário, mas com predominância de elementos masculinos, e que sempre teve suas campanhas publicitárias estreladas por astros do cinema. Seguindo a idéia de divulgar o sonho norte-americano por meio de ídolos, nos últimos anos a POLICE apostou em rostos mais do que emblemáticos para seus garotos-propaganda. O primeiro foi o astro norte-americano de Duro de matar, Bruce Willis (1999 e 2001), que transmitiu uma imagem extrovertida, dinâmica e que exacerbava charme. As sessões de fotos ocorreram na Filadélfia e o fotógrafo escolhido foi o alemão Uli Weber. Logo depois, veio o também astro norte-americano George Clooney e seu visual de homem maduro arrasa-quarteirão. Foi fotografado pelo italiano Carlo Miari Fulcis e adicionou à marca uma imagem elegante, madura, maliciosa e ao mesmo tempo amigável. Foi assim entre 2002 e 2003. Com o britânico David Beckham, o jogador de futebol que mais parece astro de cinema, as fotos mostram o lado carismático e sedutor da marca e ainda agregam o valor de estilo de vida livre e fora dos padrões convencionais. Deu tão certo que se estendeu de 2004 a 2006. No ano do jubileu de prata, é a vez de a POLICE se tornar um verdadeiro jovem de 25 anos, sedutor e apaixonante, sempre mantendo sua personalidade decidida e forte, representado perfeitamente pelo amante latino Antonio Banderas.
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      Os dados
      ? Origem: Itália
      ? Lançamento: 1983
      ? Criador:
      Bruno Palmegiani e Ennio De Rigo
      ? Sede mundial:
      Longarone, Belluno, Itália
      ? Proprietário da marca:
      De Rigo Company
      ? Capital aberto:
      Não
      ? Chairman & CEO:
      Ennio De Rigo
      ? CFO: Maurizio Dessolis
      ? Faturamento: ? 168 milhões (2006)
      ? Lojas:
      17
      ? Presença global:
      80 países
      ? Presença no Brasil:
      Sim
      ? Funcionários:
      5.000
      ? Segmento:
      Óptico
      ? Principais produtos: Óculos, relógios e perfumes
      ? Ícones:
      Os garotos-propagandas
      ? Slogan: EYELIKE.
      ? Website: www.police.it
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      A marca no mundo
      A marca POLICE, que representa 30% de todo o faturamento da De Rigo mundial, tem seus produtos comercializados em 80 países através de uma enorme rede de distribuidores e ópticas, além de suas 17 lojas próprias (chamadas POLICE SHOP) localizadas na Itália, Romênia, Sérvia, China, Hong Kong, Índia e Indonésia.
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      As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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      Última atualização em 11/12/2007

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BRAND NEWS

URL:http://mundodasmarcas.blogspot.com/2007/12/brand-news.html

      Primeiro gostaria de agradecer aos meus fiéis leitores pelo apoio ao Mundo das Marcas. O blog está passando por uma reformulação total: além das constantes atualizações, os perfis de todas as marcas estão sendo atualizados. Essas atualizações estão sendo feitas aos poucos. Os ?novos perfis? estão muito mais completos, com muito mais informações, dados de mercado, curiosidades, fotografias e futuramente vídeos. Eles serão monitorados constantemente, e a cada nova informação encontrada eles serão atualizados. Os perfis já atualizados podem ser acessados através do Menu lateral à direita onde depois do nome da marca aparecer este símbolo ? (uma pequena bolinha). Isto significa que a marca está com perfil novo. Acessem e sintam a diferença. Outra novidade pode ser vista ao final de todo perfil com a citação das fontes de onde as informações foram coletadas e a data da última atualização. E como presente de Natal aos meus leitores, no dia 24 de dezembro será postado o novo perfil da marca DISNEY, o melhor e mais completo já encontrado na Internet. Aguardem.
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      UM FELIZ NATAL E UM ÓTIMO ANO NOVO
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      Kadu Dias

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FACEBOOK

URL:http://mundodasmarcas.blogspot.com/2007/11/facebook.html


      Os sites de relacionamento social viraram uma epidemia na Internet. Gigantes como Orkut e MySpace dominam o mercado. Ou melhor dominavam. O mais novo fenômeno digital é o site de relacionamento FACEBOOK, que virou o ?queridinho? dos cibernéticos com números que apavoram a concorrência: 50 milhões de usuários (250 mil a cada dia), 15 bilhões de page views mensais e 2.7 bilhões de fotos publicadas.
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      A história
      O estudante de graduação Mark Zuckerberg e seus colegas de quarto Dustin Moskovitz e Chris Hughes, criaram o FACEBOOK de seu dormitório na universidade, em 4 de fevereiro de 2004, com o suporte e a acessória de Andrew McCollum e Eduardo Saverin, permitindo que os colegas da universidade de Harvard, na região de Boston, na Costa Leste dos Estados Unidos, pudessem colocar fotos e se manter em contato uns com os outros, compartilhando experiências e planejando eventos. Em quatro horas teve 450 visitantes. No final do primeiro mês cerca de metade dos alunos da universidade estavam cadastrados. O site cresceu rapidamente e passou a admitir estudantes de outras universidades da região de Boston (Boston College, Boston University, Northeastern University, Tufts University), além de Rochester, Stanford, Columbia, Yale, NYU e Northwestern. Em dezembro rompia a barreira de 1 milhão de cadastrados. Era um sucesso avassalador na comunidade estudantil. Em dezembro de 2005, troca seu nome de ?THE FACEBOOK? para apenas FACEBOOK. Somente em 11 de setembro de 2006, qualquer internauta, através de um e-mail, poderia se cadastrar no FACEBOOK. A explosão de tráfego foi visível: crescia cerca de 3% por semana. Em 2007, o FACEBOOK tornou-se uma das empresas de internet mais cara do mundo, valendo quase US$ 15 bilhões. Tudo em virtude da poderosa Microsoft que comprou uma parte minoritária da empresa (1.6% de participação no capital) por US$ 240 milhões, batendo uma proposta da rival Google.
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      Os diferenciais
      O sucesso do FACEBOOK ante aos gigantes Orkut e MySpace é devido a inúmeras razões como:
      ? Não há anúncios nem spams.
      ? Privacidade (o perfil fica visível apenas para os seus amigos).
      ? Fotografias ? disponível em outubro de 2005 - (não há limite de fotos e de tamanho, além de poder fazer álbuns personalizados com ferramentas como o Slideshow e o Photobucket).
      ? Chat (há mais de 40 tipos de aplicativos que disponibilizam chats no perfil).
      ? Feeds (assim que é feito o login, são mostrados os feeds dos seus amigos, como as alterações que eles fizeram no perfil, os aplicativos que eles adicionaram ou qualquer evento ou site que eles postaram).
      ? Compartilhamento (no FACEBOOK você pode compartilhar tudo: links, vídeos, fotos, blogs, músicas).
      ? Interface do usuário (a interface é muito mais agradável e inteligente).
      ? Aplicativos (há impressionantes 1.400 disponíveis, de horóscopos e presentes virtuais a players de música e vídeo, tornando-se o grande trunfo do FACEBOOK).
      ? Vídeo (há ferramentas para vídeos em comunidades e você pode colocar vídeos de praticamente todos os formatos).
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      Interface moderna, agradável e limpa
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      O gênio por trás da marca
      Mark Elliot Zuckerberg nasceu em 14 de maio de 1984 e cresceu em Dobbs Ferry, subúrbio de classe média alta de Nova York. É o segundo de quatro filhos ? e o único homem ? de um dentista e de uma psiquiatra. Começou a mexer com computadores bem cedo, aprendeu a fazer programação por conta própria. Quando estava no último ano do ensino médio, ele e o amigo Adam D?Angelo fizeram um programa para o Winamp, um tocador de MP3 que ?aprendia? os hábitos musicais de uma pessoa e criava uma lista de acordo com seu gosto. Eles ofereceram o download gratuito de sua criação na Internet, e grandes empresas, como a America On Line e a Microsoft, entraram em contato. ?Foi uma oferta do tipo vocês podem vir trabalhar para nós, e, por falar nisso, nós também vamos levar essa coisa que vocês fizeram?, diz Zuckerberg. Mas os dois resolveram ir para a faculdade. D?Angelo para a Caltech e Zuckerberg para Harvard, onde tudo começou.
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      Mark Zuckerberg: o poderoso da Internet atualmente
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      Os dados
      ? Origem: Estados Unidos
      ? Fundação: 4 de fevereiro de 2004
      ? Fundador:
      Mark Zuckerberg, Chris Hughes e Dustin Moskovitz
      ? Sede mundial: Palo Alto, California
      ? Proprietário da marca: Facebook Inc.
      ? Capital aberto: Não
      ? CEO: Mark Zuckerberg
      ? COO:
      Owen Van Natta
      ? Faturamento: US$ 100 milhões (2006)
      ? Lucro: US$ 30 milhões (2006)
      ? Valor de mercado: US$ 15 bilhões (estimado)
      ? Usuários:
      50 milhões
      ? Acessos: 7º site mais visitado da Internet
      ? Presença global: Sim (qualquer país pode acessar)
      ? Maiores mercados: Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e Austrália
      ? Funcionários: 300
      ? Segmento:
      Internet
      ? Principais produtos: Rede social de relacionamento
      ? Website:
      http://www.facebook.com/
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      A marca no mundo
      O FACEBOOK hoje conta com mais de 50 milhões de usuários (60% deles fora dos Estados Unidos), 250 mil novos registros por dia, e um modesto lucro de US$ 30 milhões.
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      Você sabia?
      ? Estão publicadas no FACEBOOK mais de 2.7 bilhões de fotos, uma média de 44 fotos por usuários.
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      As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas); revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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      Última atualização em 19/11/2007

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VALE

URL:http://mundodasmarcas.blogspot.com/2008/01/vale.html

      Uma verdadeira gigante global. Atuação em cinco continentes com presença em 27 países. Faturamento de US$ 154 bilhões. Mais de 50 mil funcionários. Valor de mercado que supera os US$ 160 bilhões. Segunda maior mineradora do mundo. Esses são dados escritos sobre linhas de ouro, ou melhor, de níquel, ferro, alumínio, cobre, manganês e outras 40 espécies de metais e minerais, da maior empresa brasileira, a VALE.
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      A história
      A história da VALE, conhecida até pouco tempo atrás como Vale do Rio Doce, está intimamente ligada à construção da Estrada de Ferro Vitória-Minas, durante a qual os engenheiros ingleses envolvidos em seu projeto tomaram conhecimento da existência de uma grande reserva de minério de ferro naquela região. Vários grupos de investidores internacionais adquiriram extensas glebas de terra próximas a Itabira e, em 1909 se reuniram fundando o Brazilian Hematite Syndicate, um sindicato que visava explorá-las. Em 1910, no XI Congresso Geológico e Mineralógico, realizado em Estocolmo, na Suécia, essas reservas foram estimadas em 2 bilhões de toneladas métricas. No ano seguinte o empresário americano Percival Farquhar adquiriu todas as ações do Brazilian Hematite Syndicate e mudou seu nome para Itabira Iron Ore Company. O empresário fez planos para que nova empresa exportasse 10 milhões de toneladas/ano de minério de ferro para os Estados Unidos, utilizando navios pertencentes a seu sindicato que, no retorno, trariam dos Estados Unidos carvão ao Brasil, tornando assim o frete mais econômico. Mas o empresário não obteve sucesso em sua empreitada. Embora pudesse contar com a simpatia do presidente do Brasil, Epitácio Pessoa, que lhe deu uma concessão conhecida como Contrato de Itabira de 1920, encontrou ferozes opositores a seu projeto, dentre eles o presidente do estado de Minas Gerais (então quase autônomo), Artur Bernardes, que depois se elegeria presidente da república. Décadas de debates acalorados se seguiram, o país praticamente dividido entre os adeptos das duas posições, e o projeto de Farquhar não saía da prancheta. Esse plano foi inviabilizado quando Getúlio Vargas assumiu o poder, à frente da revolução de 1930, e encampou as reservas de ferro que pertenciam a Farquhar, criando com elas, através do decreto-lei nº 4.352, em 1 de junho de 1942, a Companhia Vale do Rio Doce S. A., como uma empresa estatal, para o qual obteve o beneplácito dos Estados Unidos e da Inglaterra num tratado chamado de Acordos de Washington, que possibilitaram a industrialização do Brasil durante a 2ª Guerra Mundial.
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      Após sua fundação, a VALE conseguiu ir, pouco a pouco, expandindo sua produção de minério de ferro, mas de forma ainda muito lenta. O Brasil tinha grandes reservas do mineral, mas a demanda era reduzida. A empresa vivia praticamente só para fornecer matéria prima para as siderúrgicas nacionais, sendo a maior delas, então, a Companhia Siderúrgica Nacional. No final dos anos 50, a VALE era uma empresa acanhada que extraia cerca de 3 a 4 milhões de toneladas/ano, menos da metade do que planejara Farquhar em 1920. Isso representava um faturamento pequeno, dado o baixo valor econômico do mineral bruto. Em 1961 entra em cena seu novo presidente, Eliezer Batista, ?o engenheiro ferroviário que ligou a VALE ao resto do mundo?. Percebendo a necessidade dos japoneses de expandir seu parque siderúrgico, extremamente danificado durante a Segunda Guerra Mundial, criou o conceito de distância econômica, o que permitiu à empresa entregar minério de ferro ao Japão a preços competitivos com o das minas da Austrália, através do Porto de Tubarão. Foram assinados, em 1962, contratos de exportação, válidos por 15 anos, com 11 siderúrgicas japonesas, num total de 5 milhões de toneladas/ano - quase que dobrando a produção da VALE. Com a criação da Docenave, empresa de navegação da VALE, em 1962, e com a inauguração do Porto de Tubarão, em 1966, a empresa entrou numa nova fase - de crescimento vertiginoso - com sua produção passando de 10 milhões de toneladas/ano em 1966 para 18 milhões em 1970 e atingindo a incrível marca de 56 milhões de toneladas/ano em 1974, ano em que a então estatal assumiu a liderança mundial na exportação de minério de ferro, a qual nunca mais perdeu. Em 1979, quando tomou posse como presidente da república, o general João Batista Figueiredo trouxe Eliezer Batista de volta à presidência da empresa. Ele estava, desde o golpe militar de 1964, em uma espécie de ?exílio branco? na Europa, por ter sido ministro de João Goulart. Após duras e complexas negociações, conseguiu tornar a VALE, (que era minoritária, com uma participação de 49.75%), a sócia majoritária do complexo Carajás que fora descoberto, na década de 1970, pela U.S. Steel U.S. Steel. Situado na Serra dos Carajás, era uma grande província mineralógica que continha a maior reserva mundial de minério de ferro de alto teor, além de grandes reservas de manganês, cobre, ouro e minérios raros. Para a realização desse projeto, foi criada uma grande infra-estrutura, que incluía a Usina hidrelétrica de Tucuruí, uma das maiores do mundo, a Estrada de Ferro Carajás-Itaqui e o Porto de Ponta da Madeira, localizado em Itaqui (Maranhão).
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      O projeto Grande Carajás entrou em operação em 1985, o que permitiu a VALE bater novo recorde na extração de minério de ferro, em 1989, com 108 milhões de toneladas métricas. A empresa foi privatizada em maio de 1997 durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, por R$ 3.3 bilhões, valor próximo do que atualmente a empresa lucra em um único mês. Nesta época a VALE produzia 114 milhões de toneladas/ano. Logo após a privatização, entretanto, os lucros da empresa aumentaram consideravelmente. No início do novo século a empresa começou uma feroz ?corrida as compras?, adquirindo a Socoimex por US$ 5 milhões em 2000, a Feterco por US$ 523 milhões, a MBR por US$ 25 milhões e a Samitri por US$ 710 milhões em 2001; a CAEMI por US$ 426 milhões em 2003; a Rio Verde por US$ 47 milhões; em outubro de 2006 a canadense Inço por US$ 18.9 bilhões, tornando-se a segunda maior empresa de mineração do mundo, atrás da anglo-australiana BHP Billiton; e em fevereiro de 2007 adquiriu a mineradora de carvão australiana AMCI Holdings, por US$ 835 milhões. Em 2008 a CVRD mudou de nome para VALE e se tornou a 33° maior empresa do mundo, sendo a maior do Brasil em volume de exportações, com quantidade superior à da Petrobras.
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      Fatos importantes
      1953
      ? Primeiro embarque de minério de ferro para o Japão.
      ? Utiliza pela primeira vez um navio brasileiro, o Siderúrgica Nove, no carregamento de minério para os Estados Unidos.
      1960
      ? Criação da Companhia Siderúrgica Vatu, primeira subsidiária da VALE para o beneficiamento de minérios, fabricação e comercialização de ferro-esponja.
      1962
      ? Assinados contratos de longo prazo com siderúrgicas japonesas e usinas alemãs.
      1971
      ? Em 7 de julho, é fundada a Rio Doce Geologia e Mineração S.A. (Docegeo), subsidiária integral da VALE, com o objetivo de realizar pesquisas e lavra de minério.
      1974
      ? Se torna a maior exportadora de minério de ferro do mundo, detentora de 16% do mercado transoceânico do minério.
      1982
      ? Com o início das operações da Valesul Alumínio S.A., no Rio de Janeiro (RJ), ingressa no segmento de alumínio e contribui para reduzir as importações brasileiras do metal.
      1988
      ? Elimina o uso de carvão vegetal de florestas nativas e alcança auto-suficiência do material a partir de florestas plantadas.
      2001
      ? Entra em consórcio para construir e operar duas usinas hidrelétricas em Minas Gerais: Capim Branco I e II.
      2004
      ? Inaugurada em 2 de julho a mina do Sossego, a primeira mina de cobre do Brasil, no Pará. O projeto, realizado em tempo recorde, teve 73% de sua mão-de-obra local. A previsão é que, em 2010, os projetos de cobre da VALE já estejam produzindo 650 mil toneladas anuais.
      2006
      ? Inaugura em 5 de maio o Trem da Vale, restabelecendo o percurso ferroviário entre Ouro Preto e Mariana (MG).
      ? Inaugura em 10 de maio a Usina Hidrelétrica Eliezer Batista, em Aimorés, Minas Gerais.
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      A evolução visual
      No final de novembro de 2007 a empresa anunciou uma completa reformulação visual em seu logotipo. As mudanças em sua marca, centraram o foco no nome pelo qual o grupo é conhecido no mercado: VALE. As iniciais CVRD, que faziam parte da logomarca da empresa, cederam lugar à nova marca em todos os produtos ou materiais de divulgação da empresa - mas a mineradora não mudou de nome. O novo logotipo, criado pela empresa americana Lippincott Mercer, tem como destaque a letra V, com relevo em forma de coração em verde e amarelo. Com a mudança da marca, a empresa busca consolidar sua imagem de empresa brasileira com atuação global. A internacionalização da VALE, reforçada após a compra da mineradora canadense Inco, teve forte peso no processo de troca da marca.
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      Os dados
      ? Origem: Brasil
      ? Fundação:
      1 de junho de 1942
      ? Fundador:
      Governo Getúlio Vargas
      ? Sede mundial: Rio de Janeiro, Brasil
      ? Proprietário da marca: Companhia Vale do Rio Doce S.A.
      ? Capital aberto: Sim
      ? Chairman:
      Sérgio Ricardo Silva Rosa
      ? CEO:
      Roger Agnelli
      ? CFO: Fábio Barbosa
      ? Faturamento: US$ 154.5 bilhões (2007)
      ? Lucro:
      US$ 6.5 bilhões (2006)
      ? Valor de mercado: US$ 167.3 bilhões (2007)
      ? Presença global:
      27 países
      ? Presença no Brasil:
      Sim
      ? Funcionários:
      52.600
      ? Segmento:
      Mineração, logística, energia e aço
      ? Principais produtos: Extração, beneficiamento e comércio de minérios, transporte ferroviário, operação portuária
      ? Slogan: Um novo sonho a cada dia.
      ? Website:
      www.vale.com
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      A marca no mundo
      A VALE está presente em 16 estados brasileiros, além de forte presença na América do Sul, Europa, Ásia, Oceania América do Norte e África, com mais de 100 mil empregados, entre próprios e terceirizados, extraindo minérios em 27 países (como pode ser visto no mapa abaixo) e respondendo por mais de US$ 20 bilhões nas exportações brasileiras. A VALE produz e comercializa minério de ferro, pelotas, níquel, concentrado de cobre, carvão, bauxita, alumina, alumínio, potássio, caulim, manganês e ferroligas. Sempre com foco no crescimento e diversificação das atividades em mineração, investe em pesquisa mineral e tecnologias voltadas para a melhoria contínua das atividades nos cinco continentes. Possui ainda mais de nove mil quilômetros de malha ferroviária e 10 terminais portuários próprios.
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      As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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      Última atualização em 23/1/2008

Comentario:

HOMENZINHO AZUL COTONETES

URL:http://mundodasmarcas.blogspot.com/2008/01/homenzinho-azul-cottonete.html

      O Homenzinho Azul, que nos anúncios da Johnson & Johnson aparecia enrolado em uma toalha saindo do banho rebolando e cantando, foi criado em 1978, por Edmar Salles, da agência Lowe Lintas, e animado por Walbercy Ribas, para comunicar a marca de hastes flexíveis COTONETES. O comercial de estréia, que fazia parte de uma campanha com o objetivo de reforçar o conceito de hastes flexíveis conquistou Leão de Bronze no Festival de Cannes do mesmo ano. O objetivo da campanha, que tinha como tema ?Gente grande também precisa de carinho?, era mostrar que o produto tinha outros usos além dos cuidados infantis. Desde então, a empresa já produziu mais de 20 filmes com o personagem que ainda hoje ilustra a embalagem dos Cotonetes Johnson & Johnson. Hoje, esse gordinho, careca e simpático é visto pelos consumidores como uma figura bem resolvida por não ceder à pressão dos padrões estéticos.

Comentario:

STEINWAY

URL:http://mundodasmarcas.blogspot.com/2008/01/steinway-sons.html

      Para os amantes da música e requinte, beleza e som de altíssima qualidade, um instrumento como o piano, já nobre por si só - produzido como uma jóia cuidadosamente elaborada tanto acústica como visualmente - traz consigo como valor agregado a magia e o privilégio de deliciar os sentidos. Tanto para quem toca, como para quem ouve. E uma opinião é praticamente unânime quando a questão é essa: STEINWAY & SONS.
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      A história
      Quando o imigrante alemão Heinrich Engelhart Steinway, mestre marceneiro especializado em armários, fundou a empresa no de sua cassa, na Rua Varick em Manhattan, Nova York, em 1853, ele já tinha fabricado 482 pianos, desde seu primeiro em 1836 na cozinha de sua casa em Seesen na Alemanha. Por causa do preconceito contra os alemães, a pequena empresa foi batizada de STEINWAY & SONS. O primeiro piano produzido pela empresa, de número 483, foi vendido para uma família americana de nome Griswold, por US$ 500 e agora faz parte do acervo do Metropolitan Museum of Art de Nova York. Os projetos revolucionários e o acabamento excepcional da STEINWAY tiveram logo seu merecido reconhecimento. A partir de 1855 os pianos STEINWAY receberam medalhas de ouro em várias exposições nos Estados Unidos e na Europa. O primeiro instrumento de cauda foi vendido em 1856. A partir daí, baseado em teorias científicas emergentes, ele desenvolveu o piano moderno. Durante os 40 anos seguintes Henry Steinway, juntamente com seus filhos, desenvolveu o piano moderno; a metade das 114 patentes da empresa foi desenvolvida durante aquele período. Muitas dessas invenções eram baseadas em pesquisas científicas emergentes, tais como as de teoria acústica do famoso físico Hermann Von Helmholtz.
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      Em 1866, abriu sua primeira loja de varejo na 14th Street em Manhattan, onde havia uma sala de concertos para duas mil pessoas, que por 25 anos tornou-se o centro artístico principal de Nova York, até a fundação do Carnegie Hall em 1891. Recebeu o reconhecimento internacional na Exposição de Paris com a prestigiosa medalha Grand Gold Medal of Honor, em 1867, pela qualidade de seus projetos e de sua fabricação, sendo a primeira empresa americana na história a receber tal prêmio. Os pianos STEINWAY logo se tornaram os instrumentos preferidos pelos membros da realeza e conquistaram o respeito e admiração dos maiores pianistas do mundo. A empresa mudou-se para o Steinway Village, no Queens, Nova York, onde construiu uma cidade própria, que possuía além da fábrica e fundição, casas para os funcionários, escolas, bibliotecas, correio próprio, banhos públicos, parques e uma estrada de ferro. Com o falecimento do patriarca Henry em 1871, os filhos C.F. Theodore e William assumiram a empresa. Theodore, talentoso pianista, ficou responsável pela parte técnica da fabricação dos pianos e conquistou 41 patentes para a empresa, sendo uma em 1875, pelo moderno piano de cauda concerto. Nesse mesmo ano, William inaugurou um showroom em Londres. Cinco anos mais tarde entrou em funcionamento a fábrica de Hamburgo, Alemanha e foi inaugurada a Steinway Haus, loja varejista na mesma cidade; outra loja foi aberta em Berlim em 1909.
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      Em 1972, depois de anos de batalha entre várias gerações da família Steinway, a empresa foi vendida para a CBS, que em 1995 vendeu a empresa, depois de seguidos anos de prejuízos, para a Selmer, comandada por um grupo de investidores. Em 2003, para celebras os 150 anos da mais prestigiada fabricante de pianos, a empresa chamou o estilista Karl Lagerfeld para emprestar seu talento artístico ao instrumento. O instrumento, assinado pelo famoso estilista, é todo em preto com nuances vermelhas e o design retangular das pernas e da caixa de musica é o toque de classe de Karl. O valor do instrumento gira em torno de U$ 100mil.
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      Recentemente, em 2007, a empresa construiu uma verdadeira obra-prima para os ouvidos mais exigentes. Trata-se do Model D. Construído com a colaboração de Peter Lyngdorf (um dos mais famosos engenheiros da atualidade), suas caixas têm aproximadamente 2 metros e 15 centímetros de altura e levam 400 kg de alumínio na composição (um pouquinho mais que um Audi A8). A unidade central, tem um CD player e um centro de equalizacão. Os amplificadores são individuais para cada falante - cada torre tem 4 woofers de fibra de carbono de 12", 2 médios de 5" e 1 tweeter heil ribbon. O acabamento é laqueado, em preto, feito em Hamburgo, com detalhes em bronze (iguais aos dos pianos serie D, feitos no mesmo local). A central de equalização up-convert realiza todas as analises do ambiente e regula o equipamento inteiro. O resultado? A serie D da STEINWAY é a principal referencia de qualidade em pianos para salas de concerto. O stéreo recebeu o mesmo nome porque não seria lançado enquanto não se atingisse a mesma qualidade - o som de um piano D emitido pelo equipamento ou tocado ao vivo em um teatro perfeito teria que ser idêntico. O preço começa em US$ 150.000.
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      Os artistas
      Hoje em dia ?STEINWAY ARTIST? é o título de mais de 95% dos grandes pianistas em atividade (cerca de 1.300) assim como conjuntos de música de câmara do mundo todo. Cada um deles possui o seu piano e escolhe se apresentar tocando um legítimo piano STEINWAY & SONS, sem qualquer contrato ou acordo de propaganda entre o pianista e a marca. Nenhum deles faz propaganda da STEINWAY & SONS.
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      -
      A produção
      Apesar de todo avanço tecnológico, a empresa continua com a fabricação artesanal de seu produto. A única modernização é um programa que permite o recorte da tampa do instrumento. O processo de fabricação de um instrumento leva geralmente de 10 a 12 meses, além do tempo que a madeira leva para ser maturada. O cliente pode ainda encomendar o tipo de madeira (Ébano, Rosewood, Mogno ou Nogueira) e acabamento, sendo que a produção de um piano de luxo pode chegar a aproximadamente US$ 500 mil, dependendo do que o consumidor deseja. Devido a produção é limitada, um piano de cauda preto, por exemplo, tem previsão de entrega para fevereiro de 2009. O processo artesanal mantido até hoje garante sua preferência entre grandes nomes mundiais da arte.
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      Antes de chegar ao palco cada piano STEINWAY nasce em sua grande maioria na histórica fábrica localizada no bairro de Queens, na cidade de Nova York. São ao todo mais de 12 mil as peças que compõem um único piano. E cada instrumento é talhado à mão como se fazia em 1870. Hoje em dia, 400 artistas provenientes de 25 países trabalham ali. São jamaicanos, croatas, bósnios, naturais da Guiana, da Ucrânia e, claro operários americanos ligados à arte de fabricar pianos, talhando-os a partir de madeiras selecionadas, dando-lhes forma, implantando-lhes os mecanismos, as teclas, as cordas, criando cada instrumento com uma identidade única, porque a empresa não fabrica dois pianos exatamente iguais, muito embora o som que cada um deles produz tenha a qualidade que os tornou famosos em todo o mundo.
      -
      O investimento
      Um piano STEINWAY é além de tudo um bom investimento. Um bem cujo valor cresce ao longo do tempo e é passado com orgulho de uma geração a outra. A valorização de um Steinway Grand Concert pode alcançar 200%. Um recorde impressionante. Feita uma observação de algumas décadas, o proprietário de um STEINWAY pode ver o valor de varejo de seu instrumento crescer 4.3 vezes do preço original de mercado. Hoje, o proprietário recebe um termo de garantia com validade de dez anos, de que o instrumento será aceito pelo mesmo valor adquirido na troca por um piano de cauda novo. Outra exclusividade da marca.
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      Os dados
      ? Origem: Estados Unidos
      ? Fundação:
      5 de março de 1853
      ? Fundador:
      Henry Engelhart Steinway
      ? Sede mundial:
      Long Island, New York e Hamburgo, Alemanha
      ? Proprietário da marca:
      Steinway Musical Instruments
      ? Capital aberto:
      Sim
      ? Chairman:
      Kyle Kirkland
      ? CEO: Dana D. Messina
      ? Faturamento:
      US$ 384.6 milhões (2006)
      ? Fábricas: 2
      ? Presença global:
      100 países
      ? Presença no Brasil:
      Não
      ? Funcionários: 2.363
      ? Segmento:
      Musical
      ? Principais produtos:
      Pianos
      ? Ícones: Seus tradicionais e impecáveis pianos
      ? Slogan: The Instrument of the Immortals.
      ? Website:
      www.steinway.com
      -
      A marca no mundo
      Hoje são fabricados, aproximadamente, cinco mil pianos STEINWAY (de cauda e vertical) por ano. A empresa vende seus produtos em mais de 200 revendedores independentes e 9 showroom localizados nos Estados Unidos e na Europa.
      -
      Você sabia?
      ? Na América do Norte a empresa mantém o exclusivo ?banco de pianos?, único no mundo, com mais de trezentos pianos de cauda distribuídos entre os representantes do continente, sempre preparados dentro dos padrões STEINWAY de afinação e regulagem, que ficam à disposição para concertos e recitais. No Steinway Hall de Nova York (109 W. 57th St. ? Manhattan), fica o famoso ?basement? (porão), quartel-general desse banco de pianos, onde os artistas escolhem o instrumento que será utilizado para as suas apresentações.
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      As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
      -
      Última atualização em 31/1/2008

Comentario:

H

URL:http://mundodasmarcas.blogspot.com/2008/01/quem-gosta-de-design-e-moda-em-suas.html

      Quem gosta de design e moda, em suas viagens ao exterior, quer seja pela Europa ou América do Norte, não deixa de dar uma passadinha em uma das lojas H&M, amada e idolatrada pelos moderninhos atuais. Suas lojas, que amplas e modernas, vendem peças de design original a preços irresistíveis e mais ainda, consegue traduzir para as ruas o que estava nas passarelas.
      -
      A história
      A loja H&M foi fundada em 1947 na cidade de Västerås na Suécia por Erling Persson, que interessado em vender moda a preços baixos, abriu uma pequena loja somente de roupas feminina chamada Hennes (em sueco significa ?dela?). Sua loja foi inspirada nas lojas de departamento americanas da época. A filosofia principal da empresa era oferecer moda e qualidade a preços acessíveis. A primeira loja internacional foi inaugurada em 1965 na Noruega, seguida dois anos depois por uma loja na Dinamarca. Em 1968 incorporou uma pequena rede de lojas masculina de roupas e acessórios para caça chamada Mauritz Widforss e passou a se chamar Hennes & Mauritz, que mais tarde passa a ser conhecida pelas siglas H&M. Como os estoques da loja vieram juntos, a rede começou a vender roupas masculinas, e dois anos mais tarde introduziu um linha de roupas para crianças. Nos anos seguintes a rede de lojas expande-se pelo norte da Europa, especialmente pelos países nórdicos.
      -
      -
      A década de 70 é cheia de novidades: lançamentos de uma linha de cosméticos (1975), inauguração da primeira loja no Reino Unido (1976), lançamento de roupas e acessórios para adolescentes (1976) e a introdução de uma linha de roupas para bebês (1978). A próxima década foi marcada por inaugurações de lojas em grandes mercados europeus como Alemanha (1980) e Holanda (1989). Nos anos noventa inicia um forte período de expansão, inaugurando suas primeiras lojas na Bélgica (1992), Áustria (1994) e França (1998), além de consolidar seus antigos mercados. Em 1998 a rede ganha mais um canal de vendas com a inauguração de seu comércio on-line. No ano 2000 entra no mercado espanhol e americano (a loja fica localizada na esquina da 5th Ave com a 51st Street), ambas com um grande êxito comercial. No ano 2006 inaugurou suas primeiras lojas no Dubai e Kuwait, e no ano seguinte inaugurou suas primeiras lojas na Ásia.
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      O designer
      A H&M tem uma ampla gama de produtos que se divide em coleções para mulher, homem, jovens, criança e cosméticos que são renovados constantemente. A rede de varejo não fabrica uma só peça ? produz tudo em fornecedores terceirizados, metade na própria Europa, metade na Ásia. Em contrapartida, todo o desenho de seus produtos está concentrado no escritório central da empresa, uma casa modesta em Estocolmo. Lá, em uma chamada Sala Branca, as coleções são criadas por uma equipe de 100 designers chefiados pela badalada estilista Margareta Van Den Bosch, que se dedicam a transportar para roupas e acessórios as tendências que detectam nas ruas, em shows de música e na televisão. As coleções são planejadas com bastante antecedência, mas a capacidade de pôr coisas novas nas lojas é impressionante: do computador à arara, uma peça, em situações de emergência, não leva mais que vinte dias.
      --
      Madonna em um anúncio da H&M
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      Nos últimos quatros anos a H&M tem fechado parcerias com alguns estilistas internacionais para colaborações exclusivas e únicas. Karl Lagerfeld (2004), Stella McCartney (2005), Viktor & Rolf (2006), Fiorucci e Roberto Cavalli são alguns dos nomes que trabalharam com a empresa nestas colaborações. O lançamento dessas coleções causou verdadeira correria e euforia em suas lojas, quer seja em uma esquina de Oxford Circus, região central de Londres, ou na esquina da 5th Avenue com a 51st Street, em Nova York, quando dezenas de mulheres resistem à temperatura de 7 graus e à chuva fina para comprar por preços irrisórios peças assinadas por grandes nomes do mundo da moda. Outra inovação ocorreu em março de 2007, quando H&M lançou uma linha completa de roupa e acessórios desenhada pela cantora Madonna em colaboração com Margareta van den Bosch. A nova coleção chamada ?M by Madonna? é um reflexo do estilo intemporal, único e glamuroso da cantora, que também empresta sua imagem para uma enorme campanha publicitária da rede.
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      Propagandas que fizeram história
      As campanhas de marketing da H&M ficaram famosas nos anos 90, graças à imagem de atrizes e celebridades como Geena Davis, Bridget Fonda, Kylie Minogue, e modelos como Gisele Bündchen e Claudia Schiffer. Atualmente a cantora australiana de corpo invejável, Kylie Minogue, é o rosto da campanha da linha de praia da rede de lojas sueca. Chamada de H&M Loves Kylie, a nova linha traz biquínis e maiôs altamente insinuantes em metalizados ouro e prata.
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      Os dados
      ? Origem: Suécia
      ? Fundação:
      1947
      ? Fundador: Erling Persson
      ? Sede mundial:
      Estolcolmo, Suécia
      ? Proprietário da marca:
      Hennes & Mauritz AB Company
      ? Capital aberto:
      Sim (1974)
      ? Chairman: Stefan Persson
      ? CEO:
      Rolf Eriksen
      ? Designer: Margareta Van Den Bosch
      ? Faturamento: US$ 12 bilhões (2006)
      ? Lucro:
      US$ 1.7 bilhões (2006)
      ? Lojas: 1.500
      ? Presença global:
      28 países
      ? Presença no Brasil:
      Não
      ? Maiores mercados: Alemanha, Inglaterra e Suécia
      ? Funcionários:
      60.000
      ? Segmento:
      Varejo
      ? Principais produtos:
      Roupas, acessórios e cosméticos
      ? Ícones: A tendência atual de suas roupas e acessórios

      ? Slogan: It?s only fashion.
      ? Website:
      www.hm.com
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      A marca no mundo
      A H&M, líder europeu em distribuição têxtil, está presente em 28 países com mais de 1.500 lojas, tendo na Alemanha seu maior mercado, gerando 25% de suas receitas. A rede também conta com outros dois canais de vendas: Internet e catálogo.
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      Você Sabia?
      ? Mais de 60% de seus produtos são feitos em fábricas localizadas na Ásia.
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      As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
      -
      Última atualização em 1/2/2008

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